Posto de vendas Polen é uma empresa que oferece complexo leque de serviços a empresas estrangeiras que pretendem operar na Polônia.A empresa surgiu a partir de vários anos de experiência profissional do fundador da empresa (Patrycja Kosta) em ajudar empresas alemãs na Polônia. Não sem importância foi a influência do relacionamento a longo prazo com o alemão Lower Saxony Land e troca de idéias, soluções e seus representantes de todo o mundo. Se quiserem conhecer um pouco mais sobre a empresa, visite o site deles http://www.salesdesk.pl/
Veja agora o belíssimo manual de identidade visual da Sales Desk Polen: Inovador!
Fonte: Criatives
Blog de portfólio. Informações sobre criação, mídias sociais, promoções e eventos, web e acima de tudo Design.
terça-feira, agosto 30, 2011
Por que seus funcionários devem poder usar a Internet no trabalho
Estudo realizado nos Estados Unidos mostrou que quem navega com moderação na web tem melhor desempenho em suas tarefas.
O dono de um negócio pode não aprovar que um funcionário leia sobre a situação do Corinthians no Campeonato Brasileiro ou acompanhe sites de leilões durante o horário de trabalho. Mas, quando de forma moderada, dar liberdade aos funcionários pode realmente ajudá-los a trabalhar melhor.
Surfar na web no serviço não é apenas inofensivo, como também aumenta a produtividade, de acordo com uma equipe de pesquisadores da Universidade Nacional de Cingapura. A liberdade de acessar sites na Internet oferece uma “recompensa imediata” e ajuda os trabalhadores a “restaurar recursos drenados pelo trabalho”, reportaram especialistas, na semana passada, no encontro da Academy of Management em San Antonio, no Texas (EUA).
As descobertas baseaiam-se em um estudo com 98 participantes com uma média de idade de 21 anos, que foram divididos em três grupos de controle. Cada equipe ou surfava na Internet por 10 minutos, ou fazia qualquer outra coisa, exceto acessar sites, ou realizavam a tarefa de empilhar varetas em grupos de cinco.
Após o período de 10 minutos, cada grupo teve que grifar com um marcador quantas letras “a” apareciam em um texto de 2 mil palavras, em novos 10 minutos. Depois dos testes, os participantes responderam a um questionário para ajudar a determinar os níveis de tédio, exaustão mental e engajamento psicológico.
Os resultados mostraram que o grupo que surfou na web obteve melhores resultados no teste. Eles foram mais eficientes que os outros dois grupos. Além disso, quem praticou um pouco dessa vadiagem online respondeu no questionário que estava com menos exaustão mental e tédio que outros participantes.
Navegar é melhor que ler e-mails
De acordo com o estudo, checar e-mails, na verdade, não oferece os mesmos benefícios que a navegação. Isso porque checar e-mails exige mais atenção e é uma tarefa mais “cognitiva”. Além disso, já que os funcionários não têm controle sobre o conteúdo das mensagens que recebem, ler e responder e-mails exige maior parcela de capacidade mental que a navegação na Internet.
Alguns proprietários de empresas de médio porte proibem o acesso a páginas de Internet sem vínculo com o trabalho dos funcionários. Eles podem se preocupar com ofensas a colegas de serviço ou com o download de malwares. Entretanto, você não deve proibir a navegação dos funcionários por esses motivos, porque você pode tomar providências para garantir que surfar na web é seguro.
Além de minimizar os riscos de segurança a rede com um firewall e antivírus, você pode colocar em prática políticas eficazes para os usuários. Sua empresa pode, por exemplo, proibir downloads ou instalações de qualquer tipo de software de terceiros; o acesso a certas páginas, ou sites de streaming (transmissão em tempo real para a Internet) de vídeo, que podem congestionar a sua rede.
Funcionários precisam de liberdade
Os funcionários devem ter permissão para navegar na Web no trabalho, mas com moderação, é claro. Alguém que passa a maior parte do dia acessando o site de novelas ou de esportes, obviamente, vai ter problemas para trabalhar. De fato, os pesquisadores de Cingapura dizem que os chefes devem dar uma "quantidade limitada de uso pessoal da web", implicando que gastar muito tempo com assuntos não relacionados ao trabalho não é uma coisa boa.
Mas o excesso de agressividade no uso de softwares de monitoramento para impedir os usuários de gastar muito tempo surfando na Internet não é a solução e, sem dúvida, não é uma atitude ética. Os escritórios dos Estados Unidos se reservam no direito de monitorar o uso da web, mas isso não significa necessariamente que os empregadores devem monitorar rotineiramente o que os funcionários fazem na Internet, mesmo que isso seja legal. Especialmente em locais de trabalho em que os profissionais são pagos por os resultados, muitos funcionários vão pensar que a quantidade de tempo gasto na navegação não é da conta da administração.
A melhor prática é permitir que os funcionários naveguem na web tornando-os conscientes da política da empresa e, depois, dar-lhes a liberdade de trabalhar.
(Bruce Gain)
Do papel para o computador – INKLING BY WACOM
Uma caneta que capta uma imagem digital enquanto você desenha em qualquer caderno ou pedaço de papel.
Wacom apresenta Inkling, uma nova caneta para desenho digital que capta uma imagem do seu trabalho quando você traça com a ponta esferográfica em qualquer caderno ou um pedaço de papel padrão.
quinta-feira, agosto 25, 2011
O design alavanca tudo
As comparações feitas pela consultoria americana iSuppli sempre provocam sobressaltos. Uma delas mostrou que os componentes do iPad 2 custam US$ 370. A Apple vende o tablet por US$ 700. Entre esses dois valores há custos de produção, logística e impostos. Mas a justificativa para tamanha diferença pode ser resumida em duas palavras: design e inovação. Elas distinguem um amontoado de peças do mais bem-sucedido aparelho eletrônico do momento. São também o tema preferido da paulistana Lidia Goldenstein, uma das organizadoras da exposição Design São Paulo, visitada por 10 mil pessoas no mês passado no Parque do Ibirapuera. Ex-professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Lidia diz que é preciso dar novo alcance para a definição de estratégias de desenvolvimento para o Brasil. "Elas têm de incluir políticas agressivas de incentivo a novos setores, como a moda, os games e o design. Eles são tão importantes na atualidade como a siderurgia ou a mineração foram no passado."
1. Quanto o design pode valorizar um produto?_Para ter uma ideia, basta comparar o custo de um pequeno pedaço de tecido com o preço final de um biquíni de grife. A diferença é imensa. Podemos ir mais longe. Alguns designers transformam peças corriqueiras do cotidiano em obras de arte. E elas são caríssimas. Isso está acontecendo em todo o mundo com os móveis brasileiros com estilo dos anos 50. Eles estão muito valorizados. Uma cadeira de madeira criada por Joaquim Tenreiro, por exemplo, é vendida por US$ 250 mil. Esta é a cotação definida em catálogos internacionais. No Brasil, uma poltrona do Sergio Rodrigues, outro designer renomado, é vendida por R$ 40 mil. O céu é o limite para o valor que o design pode agregar a um produto.
2. As empresas estão mais atentas a isso?_O investimento das empresas é um indicador. O presidente de uma montadora me disse que o design representa 30% do desenvolvimento de um carro novo. Ele é o item de maior peso na produção. A indústria suporta uma despesa tão alta porque sabe que o resultado faz grande diferença para o consumidor. O design se transformou numa ferramenta estratégica para o desenvolvimento. Ele é um fator relevante para aumentar a competitividade de um negócio. É por isso que muitos países promovem políticas agressivas de fomento ao design.
3. Quais países estão nessa lista?_A China é o caso mais notório. A economia criativa e a sustentabilidade estão no topo da sua estratégia de desenvolvimento. Essa prioridade está definida no plano quinquenal. Os chineses querem superar a história do “made in China” para ingressar na fase do “design by China”. Querem agregar valor. E isso já está acontecendo em várias áreas. A Coreia do Sul passou por um processo semelhante e recentemente criou um centro imenso dedicado ao design. O mesmo ocorre na Espanha. Em Barcelona, foi montado um polo, um hub, para conectar todos os setores da economia ao design.
4. A senhora diz que alguns economistas ficam com pena quando sabem que seu foco de estudos é a economia criativa. Por que eles estão errados?_Eles olham com piedade e pensam: “Coitada”. Na verdade, é uma brincadeira. Digo isso de forma caricata. Mas poucas pessoas, economistas inclusive, perceberam a importância da economia criativa. Os grupos ligados a políticas culturais também são arredios. Eles temem ser engolidos pelo mercado.
5. Por que a economia criativa é importante?_As áreas que compõem a economia criativa estão na liderança da geração de empregos qualificados, principalmente para jovens, e na captação de investimentos. Elas incluem segmentos como a produção de software, o design, a propaganda, a televisão e os jogos digitais. Os games estão transformando um número imenso de atividades. Seu impacto se espalha desde a educação até diversas mídias, como o celular e a internet.
6. A definição de economia criativa parece equivocada. Em tese, toda a economia deveria ser criativa. Por que olhar somente para alguns setores?_Isso é verdade. Mas a ideia é destacar a relevância de atividades econômicas essenciais, geralmente confundidas com formas de entretenimento ou manifestações culturais. A produção de filmes de animação é um ótimo exemplo. No Canadá, ela existe há décadas. Sempre foi muito respeitada. Ao observar esse segmento, queremos destacar que ele gera entre 200 mil e 300 mil empregos e exporta US$ 5 bilhões por ano. Por isso, recebe grande incentivo do governo canadense. Temos de tratar esta área como um polo de criação de postos de trabalho e de renda. Ela precisa ser alvo de políticas proativas e ter estratégias adequadas de crescimento. A novidade é a maneira como olhamos para essa indústria.
7. Por que a economia criativa pode ser especialmente importante no Brasil?_O momento é oportuno para esse tipo de discussão. Atualmente, ficou muito barato importar, e a indústria nacional começa a ter problemas. Não devemos fechar a economia, nem queremos baixar os salários. O design é uma forma de aumentar a competitividade sem adotar medidas desse tipo. Alguns anos atrás, a indústria de calçados passou por um problema assim. Ela prosperou, mas reproduzindo modelos de calçados trazidos por americanos, com numeração e tudo o mais. Lembro de ter lido vários artigos sobre a necessidade de investimentos em design. O empresariado não se mexeu, e os chineses avançaram sobre o mercado nacional. Isso só começou a mudar recentemente.
8. O design tem grande peso na economia criativa?_Ele é o mínimo denominador comum de todos os setores. Permeia tudo. Serve como uma alavanca para todos os outros, porque tem influência direta sobre o valor de qualquer produto. Está no cinema, nos games, nos softwares.
9. O Brasil tem vocação para algum campo do design?_A moda brasileira é um exemplo. Tem sido reconhecida mundialmente. A São Paulo Fashion Week é um dos cinco principais eventos do tipo no mundo. Nessa área temos um problema: exportamos pouco. Mas isso não tem a ver com a qualidade dos produtos. Está muito mais relacionado a impostos, problemas de distribuição e a uma série de dificuldades no processo produtivo. Ainda temos que caminhar muito no Brasil. Há pouco tempo, uma instituição como o BNDES nem sequer tinha instrumentos para financiar setores da economia criativa. Esse tipo de vazio mostra como a discussão sobre esses setores é relevante.
10. O governo está preocupado em atrair para o Brasil empresas como a Foxconn, a chinesa que fabrica os produtos da Apple. Essa estratégia é correta?_Não precisa ser desprezada, mas é insuficiente. No passado, quando uma indústria siderúrgica chegava a um país, produzia impactos de longo prazo. Com uma montadora de produtos eletrônicos a situação é diferente. Esse tipo de fábrica pode ser considerado “transportável”. Muda de país como mudamos de roupa. Toda a nossa lógica de desenvolvimento ainda está voltada para tijolos e máquinas. Temos de voltá-la para a criatividade e novas tecnologias.
*Por Carlos Rydlewski - Entrevista publicada em 01/07/2011 na Época NEGÓCIOS
“1984” – O Grand Prix de Steve Jobs
O comercial vencedor do Festival de Cannes em 1984 foi eleito por unanimidade e aplaudido de pé pelos jurados. No ano anterior, causou furor na plateia quando apresentado pela primeira vez por um jovem Steve Jobs. E ele foi também o assunto mais comentado após o Super Bowl de 1983 – mais até do que o jogo disputado entre o Los Angeles Raiders e o Washington Redskins.
Nestes três momentos-chave, “1984”, uma criação da dupla Lee Clow e Steve Hayden, da então Chiat Day – hoje parte da rede TBWA – mostrou que quem estava certo mais uma vez era Steve Jobs. O fundador da Apple enfrentou a diretoria da empresa para levar adiante a arriscada ideia de usar a ficção científica inspirada no livro 1984 de George Orwell e uma linguagem revolucionária sem sequer mostrar o produto para apresentar o não menos revolucionário MacIntosh. O computador que chegaria às casas das pessoas e não ficaria mais restrito às empresas, em um mercado então dominado pela IBM.
Há dois anos, Lee Clow falou à Revista da Criação sobre “1984”. Entre outras curiosidades, ele revelou que a exibição única no Super Bowl não era a ideia inicial, mas a única barreira que a Jobs e a agência conseguiram quebrar diante de uma diretoria que simplesmente odiou o filme.
“Estávamos vivendo um momento muito especial, não porque estivéssemos fazendo um bom comercial, mas porque estávamos lançando um produto que iria transformar o mundo. Nós usamos um diretor conhecido (Ridley Scott) de uma forma bastante inovadora. Usarmos o Super Bowl, que é um palco bastante especial. Todas essas coisas combinadas terminaram por resultar em um comercial bastante especial”, afirmou Clow. “Mas é exatamente assim que nascem as grandes obras. Fruto de uma conjunção de fatores”, completa.
Justamente por isso, a aquisição deste espaço de um minuto talvez tenha sido a decisão mais feliz da história da publicidade mundial. E mais uma mostra de que Steve Jobs tinha uma visão muito especial sobre determinadas coisas. Levar “1984” ao ar foi uma atitude justificada por uma de suas citações favoritas: “As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a ela”.
Confira o vídeo histórico selecionado pelo Advertising Age em que Steve Jobs apresenta a peça pela primeira vez:
Fonte: Meio e Mensagem
Autor: Felipe Turlão|
Festival Sesi Bonecos do Mundo - Sabado e Domingo no Aterro/RJ
Neste sabado e domingo o Festival de Bonecos do mundo estará no Aterro do Flamengo - Monumento aos pracinhas.
Para quem gosta de arte, poesia em um evento lúdico. Veja o site com o vídeo sobre o Festival.
Para quem gosta de arte, poesia em um evento lúdico. Veja o site com o vídeo sobre o Festival.
terça-feira, agosto 23, 2011
ABA lança coleção com cinco guias de Branding
Últimos dias para se inscrever no 25º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira
Em uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura e o Museu da Casa Brasileira, estão abertas até dia 29 de agosto as inscrições para a nova edição do Prêmio Design MCB. Em 2011, a premiação comemora 25 anos, consolidando-se como a mais tradicional e respeitada da categoria no país. No decorrer deste período, tornou-se uma referência no desenvolvimento do design brasileiro e selo de qualidade para os designers premiados e selecionados.
Para o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, em 25 anos o Prêmio Design se tornou a mais importante premiação da área no país, legitimando tendências e revelando novos talentos. “E com grande alegria, sortearemos pela primeira vez uma bolsa de estudos em Milão entre os finalistas e premiados, reiterando a qualidade e credibilidade do prêmio”, completa.
“Ao longo de seus 25 anos de existência, o Prêmio Design promoveu e acompanhou o desenvolvimento e valorização do design brasileiro, tendo se tornado, para estudantes, empresas e profissionais da área, referência de qualidade”, diz Miriam Lerner, diretora geral do Museu da Casa Brasileira.
Para participar, os interessados devem se inscrever no site www.mcb.org.br/premiodesign. O valor da taxa de inscrição é de R$60,00, a ser paga até 30 de agosto.
As sete categorias desta 25ª edição são: Mobiliário, Utensílios, Iluminação, Têxteis, Equipamentos eletroeletrônicos, Equipamentos de construção e Equipamentos de Transporte. Cada uma delas possui sua respectiva modalidade Protótipos, reservada a projetos em estágio de mock-up ou desenvolvimento. A oitava categoria do Prêmio, Trabalhos Escritos Publicados, e sua modalidade Trabalhos Escritos não Publicados, valoriza a produção teórica ligada a design de produto, design gráfico, arquitetura, urbanismo e paisagismo.
Uma comissão julgadora especializada e independente avaliará em duas fases os trabalhos concorrentes. Entre os critérios de avaliação estão originalidade, concepção formal, inovação tecnológica, adequação ao mercado, viabilidade industrial, segurança e proteção ambiental. O júri elegerá os projetos finalistas e os premiados, que integrarão a exposição 25º Prêmio Design MCB. O valor da premiação para o primeiro lugar de cada categoria é de R$ 6 mil, e de cada modalidade protótipo, de R$ 2 mil. Os vencedores serão conhecidos através de divulgação no site, em 21 de setembro.
O Prêmio Design MCB incentiva o fortalecimento e disseminação do design brasileiro. Criado em 1986, é realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e o Museu da Casa Brasileira. Com isenção garantida pela finalidade pública do museu, apresenta anualmente um panorama nacional da evolução do design de produto, incluindo a produção teórica.
Bolsa de estudos
Como parte das comemorações dos 25 anos do Prêmio, a Secretaria de Estado de Cultura e o Museu da Casa Brasileira, em parceria com a Domus Academy, oferecem uma bolsa de estudos em um curso de verão de design, entre junho e agosto de 2012, na Domus Academy ou na Nuova Accademia Belle Arti Milano (NABA), em Milão. A seleção acontecerá por meio de sorteio entre os finalistas e premiados do 25º Prêmio que se candidatarem. A passagem aérea ida/volta São Paulo/Milão também faz parte da ação, que tem apoio do site Students Online.
A Domus Academy, escola italiana de estudos em design e moda, foi criada em 1982 e se impôs como a primeira escola de pós-graduação em design do mundo. A academia possui 10 cursos de mestrados, todos validados pela University of Wales, entre eles design de interiores, urbanismo e design de arquitetura, design interativo, entre outros. Reconhecida internacionalmente, foi considerada uma das 30 melhores escolas de design do mundo pela Business Week. No Brasil, é representada por Paola Croso, pelo email paola@studentsonline.com.br.
Calendário
20 de julho a 29 de agosto – inscrições
Até 30 de agosto – pagamento da taxa de inscrição (R$60,00)
Até 3 de setembro – finalização das inscrições
21 de setembro – divulgação do resultado da 1ª fase
22 de novembro – cerimônia de premiação e abertura da exposição
Apoio: Arquitetura e Construção, Casa Claudia, Domus Academy, Leo Burnett/Tailor Made, Living Design, Paralela Gift, Students Online, Arq!Bacana, Vitruvius e Centro Design Paraná.
quarta-feira, agosto 17, 2011
Logos fantástico com um significado oculto
Este logotipo foi feito por Stylo Design, uma agência de design de Covent Garden, Londres. O logotipo inteiro é criado com apenas um número, o número 8. Ao omitir certas partes do presente número, eles foram capazes de criar a marca.
O dom logotipo Microsystems é um maravilhoso exemplo de simetria e ordem. Foi uma brilhante observação de que as letras u e n enquanto dispostos adjacentes uns aos outros se parecem muito com a letra S em uma direção perpendicular.
As penas deste pavão representam os 6 diferentes divisões da NBC. A cabeça é visível sugerindo o pavão está olhando para o espectador.
É um dos maiores varejistas europeus, e em francês, significa "Crossroads". O logótipo simboliza esta palavra através de duas setas opostas. Eles também acrescentaram a primeira letra do nome, porque se você olhar atentamente você verá a letra "C" no espaço negativo entre as duas setas.
Unilever produz, literalmente, milhares de produtos diferentes, portanto, a letra U é composta por símbolos que representam todos estes produtos e o que eles significam para seus consumidores.
Este foi um logotipo criado para um jogo de quebra-cabeça chamado Cluenatic. Este jogo envolve quatro pistas a desvendar. O logotipo tem as letras C, L, U e E dispostos como um labirinto. e à distância, o logotipo parece com uma chave.
Goodwill é uma organização sem fins lucrativos que ajuda as pessoas desfavorecidas na América do Norte. A letra G do logotipo é um rosto sorridente, transmitindo a idéia de que Goodwill proporciona felicidade e alívio para aqueles que precisam.
À primeira vista, este logo se parece com um mapa de África, mas se você dar uma olhada, você vai ver duas pessoas frente a frente.
Logotipo conceitual que mostra um jogador de golfe tendo um balanço de tacada e da cabeça de um guerreiro espartano no capacete, ao mesmo tempo.
Finalmente aqui está um logotipo desenhado em casa para algum evento interno da IBM.
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