terça-feira, abril 19, 2011

Credibilidade da Marca na Internet | Mundo do Marketing

Credibilidade da Marca na Internet | Mundo do Marketing: "redibilidade da Marca na Internet
A internet tem também potencial de ser nociva à marca, caso não utilizada de forma correta"

domingo, abril 17, 2011

DESIGN-SE


Posted: 16 Apr 2011 09:33 PM PDT

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica abre edição dedicada à produção independente de jogos no Brasil e exterior.
Começou esta semana e vai até 8 de maio no Rio de Janeiro uma edição toda dedicada a games do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE). Com foco na produção independente, a exposição lança um olhar artístico sobre os jogos eletrônicos.
A mostra reúne artistas brasileiros e internacionais com uma visão pouco convencional dos jogos eletrônicos. Além de games, o evento traz instalações, animações e machinimas (animações desenvolvidas a partir de roteiros, personagens ou cenários de um game).
"Os jogos estão em todos os lugares: na educação, publicidade e até no treinamento de funcionários", diz Tarsila Yuki, curadora da exposição. "Aqui, queremos mostrar o lado artístico desta produção."
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – Até 8 de maio. Terça a domingo, das 11h00 às 20h00; Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro. Entrada Grátis.
Informações: http://www.file.org.br/ e (21) 3131-3060.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/mostra-no-rio-explora-a-arte-do-videogame
Posted: 16 Apr 2011 11:06 AM PDT
Em 1996 eu li esse artigo ("Putting design to work in the marketing process", de Andrew Lam-Po-Tang) publicado no site da AGDA (Associação de Designers Gráficos da Austrália), e que explicava de maneira didática qual a relação entre o processo de marketing e a atuação do designer. Achei útil traduzir parte do texto e publicar aqui no espaço.com.
Esse gráfico é útil para ajudar clientes a entender como o design é importante e pode fazer a diferença de diversas formas.
A seguir, a tradução parcial do texto, explicando cada parte do gráfico:
"Awareness (consciência) – É onde tudo começa, fazendo com que a mensagem chegue até as pessoas. No gráfico acima, a publicidade é que conduz ao awareness. Mas as mensagens da concorrência podem distrair seu consumidor e diminuir o impacto do que você diz na publicidade.
A intenção de compra, ou predisposição, é afetada pelas Características & Preço, não apenas do produto do seu cliente, mas também do produto da concorrência. Onde entra o design? Ele aumenta as chances do seu cliente conseguir criar awareness, adicionando impacto emocional e lembrança para as mensagens de venda do produto dele. Não importa quantas vezes você envie uma mensagem na mídia, se ela não é percebida, nem lembrada, não vai chegar a lugar nenhum.
O design pode afetar o caminho do Awareness até a Intenção de Compra, por alinhar o produto do seu cliente com o público-alvo, o segmento, por falar subliminarmente com ele, no seu próprio idioma visual. Um restaurante em SP ou uma loja de calçados de Minas Gerais falam com públicos muito diferentes. Cada design deixa claro para cada público que está compreendendo suas necessidades básicas.
O design também afeta o Preço, ou pelo menos a percepção de valor naquele preço, por posicionar o produto visualmente em relação a outros produtos mais caros da concorrência. O design pode fazer um produto parecer com os produtos mais caros, sem no entanto ter um preço mais caro, fazendo com o que o consumidor entenda isso como valor agregado. Em resumo, o design ajuda a anular as ações da concorrência por criar fortes diferenças visuais entre o produto do seu cliente e o resto.
A intenção de compra junto com a disponibilidade do produto trabalham juntos para aumentar o Market Share do segmento. Não importa quão empolgados os consumidores estejam com o produto, mas se não o encontrarem para comprar… Neste caso, o design também entra em ação, dando poderosas ferramentas promocionais para a Força de Vendas convencer os distribuidores a estocar o produto.
Uma vez que o produto esteja na gôndola, o design volta a trabalhar novamente, garantindo que a embalagem se destaque em relação aos milhares de outros produtos.
Por último, o Lucro pode ser afetado pelo design através dos Custos. Os materiais usados no produto e embalagem aumentam os custos e aqui neste caso o designer pode fazer uma diferença brutal por escolher sabiamente os materiais para obter o máximo impacto do substrato, do número de cores e das capacidades do processo de impressão, aumentando a margem de lucro."

sexta-feira, abril 15, 2011

Qual será o futuro das marcas?



O futuro será das marcas que serão criadas ou daquelas que conseguirem se reinventar. A afirmação é de Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo. Isso porque as empresas precisam desenvolver um novo modelo de Marketing, baseado em interação, engajamento e conversação.

Este é um dos temas que Gobé abordará no dia 12 de maio, no evento Inspiração 2011, em São Paulo, ao lado de Roberto da Matta e Ricardo Amorim, entre outros. Segundo o especialista, as marcas do futuro são aquelas que inspiram os seus consumidores. Elas devem também ajudar os países em seus desafios sociais, como o aumento da população urbana, que demandará uma transformação nas cidades.

A nova realidade propicia a construção de marcas emocionais. “A marca do futuro é uma marca cidadã”, aponta Gobé, adiantando sobre a sua palestra no evento voltado para os profissionais de Marketing. “As marcas têm que trazer solução para as pessoas e dar poder a elas”, afirma. Poder este que já é visto na internet. “A tecnologia revolucionou como as pessoas compram, porque aumentou o nível de transparência das empresas”, diz.

Nas redes sociais, as marcas devem ser compartilháveis, produzindo conteúdo para seus clientes. “Se uma marca não compartilhar é porque ela não tem nada para falar”, alerta Gobé. Com isso, elas criam uma comunidade ao seu redor. “A marca deve criar uma experiência online e no ponto de venda para que as pessoas compartilhem o que compraram ou o que desejam comprar”, ressalta o especialista.

Fonte: Mundo Marketing