terça-feira, março 26, 2013

Sem regras! - No More Rules, Design Gráfico e Pós-Modernismo



No More Rules, pesquisa  de Rick Poyner de 2003 do pós-modernismo no design gráfico, está sendo relançado em um novo formato mini - aparentemente para tornar o livro mais acessível para os estudantes, a pedido de Poyner.

O livro - com David Pearson capa e design editorial Kerr Noble - aborda o mundo do design caótico, confuso e prolífico do design gráfico dos anos 1980 e 1990. Destina-se, nas palavras de Poyner, para "compreender as idéias deste movimento e suas conquistas".

O livro não pretende ser polêmico, como Poyner escreve no prefácio, "[O livro] não estabelece uma argumentação que não deve haver quaisquer regras em design gráfico, só que durante este período muitos designers, incluindo alguns dos mais influentes, procederam como se este fosse o caso. "




Diário Graham Rawle de um fotógrafo amador

Poyner tenta colocar uma aparência de ordem no design gráfico pós-moderno, a olhar para as suas origens (Wolfgang Weingart, Memphis etc), seu foco em quebrar "regras" nos desenhos gráficos e convenções e de oposição ao movimento - com Massimo Vignelli e Rand Paul, entre os críticos manchete do movimento.

No More Rules é um livro extremamente abrangente que caracteriza o trabalho de todos os pesos pesados ​​(Brody, Carson, Saville, TDR) e muito, muito mais.




Pequeno-almoço Jake Tilson Especial

Poyner diz: "Escrevendo No More Rules ofereço a chance de revisitar um movimento do design emocionante em que eu estava envolvido."

Poyner com paixão, insight e eloquência fez de No More Rules uma exaustiva análise de um dos mais importantes movimentos recentes do Design Gráfico.

Sem regras Mais: Design Gráfico e pós-modernismo, por Rick Poyner, é publicado em formato mini novo Laurence King custa R $ 12,95.

segunda-feira, março 25, 2013

"Inventing Abstraction" em Nova York

Pode ser vista até o dia 15 de abril, no MoMA (Museum of Modern Art), de Nova York, a exposição "Inventing Abstraction, 1910–1925".
A mostra, com curadoria de Leah Dickerman, celebra o centenário da linguagem abstrata na arte do século 20, buscando traçar o desenvolvimento da abstração através de toda uma rede de artistas modernos, atravessando diferentes países e diversos meios artísticos.
Além de exibir alguns dos trabalhos mais marcantes e influentes do período inicial da arte abstrata, a exposição procura cobrir uma ampla gama de técnicas e e meios, incluindo pinturas, desenhos, livros, 
esculturas, filmes, fotografias, poemas sonoros, música atonal e dança não-narrativa. Como parte das atividades, visitas guiadas e palestras seguirão até o final da exposição. "Inventing Abstraction"
pode ser visitada das 10h30 às 17h30, sendo que às sextas-feiras o horário se estende até as 20h00. Às terças-feiras o museu fecha, mas abrirá excepcionalmente, no horário regular, nos dias 26 de março e
2 de abril. O MoMA fica na West 53rd Street, 11 (Manhattan), Nova York, EUA. 
Mais informações no site: www.moma.org.

O site é muito bonito e interessante e pode-se através dele conhecer o desenvolvimento da abstração e toda a sua inventividade.


quinta-feira, março 21, 2013

Agência substitui cartões de visita por bonecos impressos em 3D

Agência holandesa Resoluut criou uma maneira diferente e original para que seus designers criativos se apresentem.

Em vez de entregar os tradicionais cartões de visita, a agência criou figuras impressas com tecnologia 3D para eles.

Cada figura tem um projeto de caráter único e 100% personalizado. As informações de contato da pessoa são colocadas na parte inferior de cada boneco.

Segundo a agência, seus designers são como super-heróis, por isso, figuras de ação no lugar de cartões de visita é o ideal para apresentá-los.

quarta-feira, março 20, 2013

Horacio Costa: Aulas Particulares - Illustrator, Indesign e Photoshop

Horacio Costa: Aulas Particulares - Illustrator, Indesign e Photoshop

Falecimento de Leonardo Visconti

Faleceu meu mestre, professor e orientador de projeto final na então Faculdade da Cidade  Leonardo Visconti Cavalleiro no domingo, 17 de março. Leonardo me orientou em meu projeto final de Sinalização ao qual adorei fazer e ser orientado por este grande profissional.

Formado pela Escola em 1967, Leo Visconti iniciou ainda estudante suas atividades profissionais. Em parceria com Roberto Verschleisser, seu colega de turma, fundou em 1968 o escritório Verschleisser/Visconti, um dos mais importantes do design nacional, atuando tanto no design de produtos como na comunicação visual. Entre os vários projetos realizados pela dupla, destacam-se carros para os metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de cabines operacionais e centro de comando, e a Mobralteca, sistema móvel de atendimento a comunidades carentes e interioranas, realizado no contexto do Mobral (Movimento Brasileiro de Alfabetização), além de muitos outros equipamentos urbanos e industriais, mobiliário, sistemas etc. 

Na área da comunicação visual, foram responsáveis por dezenas de identidades visuais e imagens de empresa, destacando-se a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), a CEG-Rio (Companhia Estadual de Gás) e o Hemo-Rio. 

Nos últimos anos, Leonardo trabalhou em exposições e livros relacionados à obra de Eliseu Visconti, seu avô, um dos mais importantes artistas do país em sua época. Ensinou na Esdi desde 1974, aposentando-se em 2009. Foi também professor fundador do curso de desenho industrial da EBA-UFRJ (Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro), lá tendo sido diretor em duas ocasiões. Lecionou ainda no Centro Universitário da Cidade, atuando em seu IAV (Instituto de Artes Visuais), e na ESPM-RJ (Escola Superior de Propaganda e Marketing Rio de Janeiro). Em todas essas instituições, foi professor e orientador de inúmeras gerações de estudantes, tornando-se assim um dos mais influentes professores de design do Rio de Janeiro, sempre reconhecido por sua integridade, gentileza, bom humor e a constante disponibilidade para ajudar os que o procuravam.

sexta-feira, março 15, 2013

What is flat design?

Ao meu ver aquele preceito antigo "Menos é mais", esta voltando a tônica. Aquele design poluido e  cheio de elementos em flash e autorrelevos usado na web, com botões com estilo de gotas que vinha dominando a criacão, esta com seus dias contados.

No entanto, só porque o design não tem qualquer design chamativo não significa que este estilo é chato. Design brilhante, cores contrastantes, fazem ilustrações e botões facilmente chamar a atenção e guiar o olhar do usuário. O objetivo do imaginário minimalista também contribui para o caráter funcional do design plano.

O design minimalista que enfatiza a usabilidade sempre teve a sua vez. Veja este interessante artigo de Lucas Clum, ele é um designer e desenvolvedor web em Seattle/USA.

.....................................................................................................................................................

Is this the future of user interface design? Designer Luke Clum examines the emerging trend for flat design and what you can learn from it.

In the past, web designers put a particular focus on showing off their skills by packing sites with flashy illustrations and animations that supposedly wowed their visitors. Then came a shift toward skeuomorphic design , which attempted to bring real life to the screen, with faux-realistic textures, drop shadows and real object characteristics.

Today all that's now giving way to the flat design trend, which opposes all of these 'artificial' design techniques, in favour of a more simplified, classically digital aesthetic. If you’re looking for a user-centric web design style, this trend might be just what you need...

What is flat design?


Windows 8 is at the forefront of the flat design trend

Flat design is a minimalistic design approach that emphasizes usability. It features clean, open space, crisp edges, bright colours and two-dimensional/flat illustrations.

Microsoft was one of the first to apply this design style to its interface, seen by some as a backlash against the popular skeuomorphic design that Apple kicked off with its iOS interface. Instead of converting a real-life object, such as a calendar, into a tiny realistic illustration, advocates of flat design identify apps with simple, icon-like images.

Rather than bringing aspects of real life to an interface, this illustrates a clear separation between technology and tactile objects.
Minimalist doesn't mean boring

In flat design, ornamental elements are viewed as unnecessary clutter. If an aspect serves no functional purpose, it's a distraction from user experience. This is the reason for the minimalistic nature of flat design.

However, just because it lacks any flashy design doesn’t mean this style is boring. Bright, contrasting colours make illustrations and buttons pop from backgrounds, easily grab attention, and guide the user’s eye. The purpose of minimalistic imagery also contributes to flat design’s functional character.
Quick to grasp

Simple images convey messages more quickly than detailed illustrations. Images like icons can indicate universal actions or purposes so that everyone can easily understand them.

It’s easy to see an immediate difference between a skeuomorphic and a flat design. Notice how the bigger, solid colour blocks are more attention-grabbing and the meaning of the icons can quickly be perceived.


Xero's guide to cloud computing uses flat design to make its message easy to follow

This cloud computing guide from online accounting service Xero uses a combination of flat illustration and iconography to demonstrate different benefits of working with the cloud. The simplicity of the imagery makes it easy to understand the message, which takes away any need for excessive copy.
What you can learn from it

Flat design reverts back to the basics of design as a functional tool. A website is designed and judged by how well it works, as opposed to what it looks like.

This raw functionality forces a site’s focus to be on user experience, so websites that employ this design style successfully are likely to receive positive feedback as being user-friendly.
How to do it

To design an effective flat site, all design elements must be centered on this idea of simplicity.

Solid, vivid colours give aspects the emphasis needed to set them apart in place of illustrative detail; sans serif typography provides a clean, crisp supplement to illustrations; text is concise and to-the-point; UI elements like buttons and links are clear and noticeable.

Everything should be designed with the same goal in mind to create a cohesive visual and functional web design.


Examples of flat design


Colours and icons help make meaning clear with minimal copy

This trip planning app design by Indonesian user interface designer Bady makes it extremely easy to book a flight based on packages and budgets. Everything is clear and understandable, and the design relies mostly on colours and icons to give meaning. The copy is concise, and the UI aspect of searching for an ideal flight is obvious.


The LayerVault app's site shows how animation can fit into a flat design approach

LayerVault is a site dedicated to providing a user-friendly means for designing and storing files. The entire design and workings of the site reflect this purpose.All illustrations, colours, type and UI elements reflect flat design, which emphasizes its commitment to being easy to use. It even features simple animation, which shows that flat design can still take advantage of different design mediums without becoming distracting.


Flat design doesn't depend on bright colour

This weather app UI design shows that flat design can be successful even without the use of bright colour. The crisp iconography and large typography draw attention to the most important aspects of the weather, which is what the user is looking for.

When exploring flat design in your work, make sure to design every aspect with a minimalistic and user-centric perspective to ensure a unified interface. Once you’ve successfully done this, your users will appreciate the functional nature of your website.