Tem muito marketeiro por aí que passa o tempo todo jogando a culpa de seu fracasso nas agências.
Será que o problema está realmente na equipe de criação? Ou será que o pessoal do marketing não consegue ser claro no briefing?
Agências não fazem milagres. Briefings ruins resultam em jobs ruins.
O vídeo abaixo, compartilhado pela colega Iris (twitter @ifd), traz uma bela sátira sobre o assunto. O que pode virar uma simples placa de trânsito quando é aprovada por alguém que não sabe o que quer? :-)
Fonte: Mundo marketing
Blog de portfólio. Informações sobre criação, mídias sociais, promoções e eventos, web e acima de tudo Design.
terça-feira, maio 31, 2011
A internet agora é internet hoje.
O mundo realmente está conectado pelas redes sociais. Podemos dizer que hoje a Internet e Inter Net.
segunda-feira, maio 30, 2011
Como pode surgir, em um momento, uma idéia genial para uma marca.
Com certeza você conhece esse selo ao qual um cachorro olha uma concha acústica de um fonógrafo e ele está olhando para a concha pois dela vem a chama Voz do Dono - His Master's Voice.
A história registra que o cachorro posou naturalmente ao ser retratado. Ele permaneceu imóvel frente à concha acústica, atraído pelos sons que ela emitia. Francis Barraud vendeu a gravura para a Gramophone Company de Londres que passou a usá-la como sua marca registrada. Em 1901 os direitos de uso foram transferidos para a Victor Company, uma afiliada da Gramophone. A partir desta data Nipper foi presença constante em toda a propaganda dos discos RCA Victor.
Outros dizem que partiu de um acontecimento em que muito assustado um caozinho latia sem parar a frente de um antigo gramophone. Daí a ideia? E dela, Nipper seria o primeiro modelo animal da história? Bom, posteriormente então a este acontecimento, é bem provavel que este caozinho tenha gerado o conceito para a criação deste selo.
Seria assim então, um conceito genial para uma das marcas mais famosas da história.
Seria assim então, um conceito genial para uma das marcas mais famosas da história.
Veja o video abaixo:
Uma idéia genial para uma marca genial!!!
sexta-feira, maio 27, 2011
Novo projeto de lei apresentado ontem na Câmara dos Deputados prevê regulamentação do profissional de design
Foi apresentado ontem, dia 18, pelo deputado Penna (PV-SP), na Câmara dos Deputados, o projeto de lei nº 1391/2011, que prevê a regulamentação do exercício profissional do designer. Desde 2003 não circulava pelo legislativo um projeto de lei com este objetivo, e o apresentado ontem é o sétimo de que se tem registro – o primeiro é do ano de 1980.
JustificativaDe acordo com a proposta do deputado José Luiz Penna, a reivindicação pela regulamentação já existe há mais de 30 anos, com cerca de 60 mil profissionais graduados na área atualmente, além dos 100 mil formandos em 380 cursos de design pelo país. A regulamentação do profissional da área é de interesse não só do designer, mas do poder público e do usuário final dos produtos e serviços desenvolvidos pelo setor, conforme justifica o projeto de lei.
Sem um registro profissional, o poder público municipal, estadual ou federal não pode contratar serviços de um profissional de design através de licitações ou concorrência pública, conforma afirma o deputado Penna. “Com isso os governos não podem contratar designers (...) seja para projetos de identidade visual, sinalização pública de qualquer tipo, para o desenvolvimento de projetos de mobiliário escolar ou hospitalar ou mesmo para projetos de mobiliário urbano ou equipamentos públicos como trens de metrô ou ônibus escolares”, discorre o PL nº 1391/2011.
Além disso, outros fatores se destacam, como o valor agregado que o design afere a um produto, sendo um propulsor da economia nacional e um diferencial no mercado de exportação, portanto outras classes, como os empresários e o setor produtivo nacional, são afetados pela atuação da profissão. O usuário final, por sua vez, não pode definir o designer como responsável pelo produto/serviço consumido, uma vez que profissão não é registrada ou regulamentada por órgão algum.
AtuaçãoSegundo o Artigo 3º do projeto, caso torne-se uma Lei, serão considerados profissionais de design: os que possuem diploma de graduação plena e/ou tecnológica, em cursos reconhecidos pelo MEC; os que comprovarem o exercício da profissão por pelo menos cinco anos até a publicação da Lei; ou os que possuem diplomas devidamente validados e reconhecidos no país, ainda que adquiridos em instituições estrangeiras.
Entenda o caminho do projeto de leiAinda que a regulamentação da profissão esteja um passo mais próxima após a apresentação do projeto de lei nº 1391/2011, do deputado Penna, a apresentação é só a primeira etapa do caminho a percorrer até que a proposta se torne uma Lei. Atualmente, a situação deste projeto de lei, de acordo com o site da Câmara dos Deputados, é ‘Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados’ (acompanhe passo a passo o andamento do PL nº 1391/2011 através deste link oficial) – ou seja, ainda é o início do processo para ser encaminhado para o segundo passo: o exame.
O exame é feito pelas Comissões de Constituição e Justiça e posteriormente direcionado para as comissões temáticas, de acordo com o objeto em questão. Depois desta etapa é que o projeto de lei chega ao Senado, para aprovação (ou não) e revisão de todo seu conteúdo. A partir daí, o próximo passo é a definição final: a sanção ou veto do projeto de lei pelo presidente da república – se sancionada, a Lei é promulgada e então publicada em Diário Oficial.
PARA SABER MAIS
Para ler na íntegra o projeto de lei de regulamentação do exercício profissional do designer, acesse o site da Câmara dos Deputados, diretamente neste link (em PDF).
Para ler na íntegra o projeto de lei de regulamentação do exercício profissional do designer, acesse o site da Câmara dos Deputados, diretamente neste link (em PDF).
Conheça o histórico das propostas de regulamentação da profissão em conteúdo do DesignBrasil: acesse o Design na Prática ou clique aqui.
OPINE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO
Dê sua opinião sobre o projeto de lei e a regulamentação da profissão através dos comentários, ou de nossas páginas no twitter e no facebook.
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Fonte: Clarissa Rocha
terça-feira, maio 24, 2011
Vocês sabem o que é proporção divina: Então parem de flanelar o layout final..
Em 1509, Luca Pacioli que inventou a contabilidade moderna e seu amigo Leonardo (aquele da cidade de Vinci) publicaram o livro “Divina Proportione” (sim, isso é latim) – uma pesquisa sobre proporções divinas na natureza.
Foi baseado em estudos mais antigos de Fibonacci. Pacioli descobriu que as coisas na natureza evoluem exponencialmente. Descobriu que a natureza é baseada nos números 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34… (nada relacionado com os números 4, 8, 15, 16, 23 e 42 – isso é de Lost, seu nerd).
Quando cada um destes números é somado com o número anterior, cria o próximo (1+1=2, 1+2=3, 3+2=5, etc). As imagens abaixo são baseadas na proporção perfeita.
Então aquele rapaz, o Leonardo (Leo, pros amigos) e outros, começaram a utilizar essa fórmula da “proporção divina da natureza” como base nas suas composições.
Assim que ele começou, não tinha mais como parar.
Então começaram a descobrir a proporção divina em todos os lugares…
Desde a proporção do Rosto, do Corpo Humano, até de insetos, e vegetais
Descobriram que a arquitetura clássica foi toda baseada nela e que inspirou...
...gerações futuras, de Gaudi a Corbusier.
Cartões de crédito, cartãozinho de apresentação, o Mac e iPod, todos tem em seu desenho, proporções áureas.
Está em todo o lugar, em que existe um projeto de design decente.
Quando em um layout o Design egonomicamente coloca tudo em cada lugarzinho, ele sabe o que faz.
Estudou para isso. (Falo de Designers profissionais com formação é claro!
Então por favor aos leigos, economizem tempo de um bom Designer.
Fonte: design.blog.br
Quando usar logo, logotipo ou logomarca?
Vamos tirar esta pergunta do caminho de uma vez por todas. Afim de deixar o mais claro possível, vou colocar duas imagens para explicar tudo certinho.
Ou seja: se logo significa o mesmo que marca, “logomarca” é um pleonasmo (“significado do significado”, isto faz sentido?). É como dizer “subir para cima”. Essa palavra usa-se apenas no Brasil. No restante do mundo não há similar. Embora esteja escrito em nosso dicionário, comprovando a existência desta palavra, ela é uma palavra que pela sua etimologia está incorreta.
No entanto, você ainda sente dúvidas sobre quando deve usar “logomarca”? Eis um gráfico para ajudá-lo:
Use logo, use logotipo ou use até marca. Mas parem de usar logomarca. É uma invenção brasileira sem sentido algum.
Fonte: design.blog.br
Ou seja: se logo significa o mesmo que marca, “logomarca” é um pleonasmo (“significado do significado”, isto faz sentido?). É como dizer “subir para cima”. Essa palavra usa-se apenas no Brasil. No restante do mundo não há similar. Embora esteja escrito em nosso dicionário, comprovando a existência desta palavra, ela é uma palavra que pela sua etimologia está incorreta.
No entanto, você ainda sente dúvidas sobre quando deve usar “logomarca”? Eis um gráfico para ajudá-lo:
Use logo, use logotipo ou use até marca. Mas parem de usar logomarca. É uma invenção brasileira sem sentido algum.
Fonte: design.blog.br
sábado, maio 14, 2011
Tela de alta resolução. O impacto sobre o design moderno
A Samsung anunciou na última quinta-feira (12/05), uma Retina Display de 10.1″ e resolução de 2560×1600 para tablets. A tecnologia da Retina Display trará a maior resolução já vista em tablets, com 300 DPIs para a tela do dispositivo, ou seja, 300 pixels por polegada. A companhia vai exibir a tela durante o SID 2011, Simpósio Internacional de Displays em Los Angeles, Estados Unidos, que ocorre entre os dias 15 e 20 de maio. Até o final deste ano, a Samsung planeja aplicar a tecnologia em novos tablets.A Samsung já foi uma das principais companhias fornecedoras de displays para a Apple. Mesmo que a LG seja a atual fornecedora, existem rumores de que o próximo iPad possa ter a Retina Display, já presente no iPhone 4. (Fonte: Olhar Digital http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/samsung_anuncia_retina_display_para_tablets
Com essa notícia, podemos prever o impacto que haverá sobre a apresentação de conteúdo gráfico. Hoje o papel impera, tanto em livros, jornais e revistas, em parte pelo fato de que a qualidade de imagem ainda é muito superior à de uma tela de computador, que apresenta 72 pontos por polegada (28 pontos por centímetro). Com esse lançamento da Samsung, uma tela de tablet poderá apresentar 300 pontos por polegada (118 pontos por centímetro), que é praticamente o dobro em relação a uma impressão gráfica de alta qualidade (150 linhas/polegada, 59 pontos por centímetro). Para se ter uma noção do que isso representa, para que uma impressão gráfica em papel atinja a mesma qualidade, seria necessário dobrar a quantidade de linhas na retícula periódica de impressão off-set, subindo de 150 para 300 lpi (lines per inch). Isso exigiria arquivos de imagem com 600 dpi de resolução.
Unindo a alta qualidade de visualização, com a praticidade de um tablet fino, estamos cada vez mais perto da equivalência com o papel. Futuramente poderemos substituir bancas de revista por grandes telas com as capas das revistas, permitindo a compra on-demand. O mesmo vale para jornais, livros, catálogos, e todo tipo de material que hoje é impresso e destrói árvores, além de poluir os rios com tintas e metais pesados.
Isso também poderá ter um impacto na forma como se faz design gráfico hoje, evoluindo de um modelo onde a construção e apresentação de conteúdo estão dependentes de uma fonte, para um sistema onde os usuários podem influenciar o conteúdo e escolher como preferem que ele seja mostrado. O usuário poderá escolher a fonte tipográfica, seu tamanho e cor, número de colunas de texto, tipo de fotografias (sobre isso leia também: http://www.ppow.com.br/portal/2011/05/06/conheca-a-cinemagraph/). Unindo tudo com a nova especificação proposta pela Adobe para o CSS3 – permitir regiões de texto na web (http://www.adobe.com/devnet/html5/articles/css3-regions.html) – temos o cenário para que o design precise repensar muito do que será feito nos próximos anos.
Enquanto isso, as faculdades de design do Brasil continuam ensinando design como se fazia há 100 anos atrás, na Bauhaus. Perdoem-me, mas é muito atraso.
Por: Ricardo Martins
Fonte: espaço.com/design
Unindo a alta qualidade de visualização, com a praticidade de um tablet fino, estamos cada vez mais perto da equivalência com o papel. Futuramente poderemos substituir bancas de revista por grandes telas com as capas das revistas, permitindo a compra on-demand. O mesmo vale para jornais, livros, catálogos, e todo tipo de material que hoje é impresso e destrói árvores, além de poluir os rios com tintas e metais pesados.
Isso também poderá ter um impacto na forma como se faz design gráfico hoje, evoluindo de um modelo onde a construção e apresentação de conteúdo estão dependentes de uma fonte, para um sistema onde os usuários podem influenciar o conteúdo e escolher como preferem que ele seja mostrado. O usuário poderá escolher a fonte tipográfica, seu tamanho e cor, número de colunas de texto, tipo de fotografias (sobre isso leia também: http://www.ppow.com.br/portal/2011/05/06/conheca-a-cinemagraph/). Unindo tudo com a nova especificação proposta pela Adobe para o CSS3 – permitir regiões de texto na web (http://www.adobe.com/devnet/html5/articles/css3-regions.html) – temos o cenário para que o design precise repensar muito do que será feito nos próximos anos.
Enquanto isso, as faculdades de design do Brasil continuam ensinando design como se fazia há 100 anos atrás, na Bauhaus. Perdoem-me, mas é muito atraso.
Por: Ricardo Martins
Fonte: espaço.com/design
terça-feira, maio 03, 2011
Logotipo do Rio é uma obra prima
Num mundo de excesso de informação que vivemos hoje, marcas que chamam a atenção são cada vez mais fundamentais para se destacar no meio da multidão. E o Rio de Janeiro, como estado mesmo, criou um logotipo que, para mim, é uma obra prima. Simples e criativo, o logo faz uso do “R” de marca registrada que é uma característica do estado.
O projeto faz parte da campanha "Rio de Janeiro, marca registrada do Brasil", do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Baseado em anúncios de TV e em salas de cinema, a ação, que tem como objetivo engajar a sociedade fluminense para um novo momento que o estado vivencia, também tem forte presença no meio digital.
O site novorj.com.br redireciona para uma página no Facebook onde é possível ver fotos e vídeos exclusivos com personagens do estado que representam alegria, energia e paixão. O projeto é assinado pela Prole Gestão de Imagem em parceria com a CasaDigital.
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