quinta-feira, maio 29, 2014

New Logo for Rio450 by Crama

Smile, you are in Rio







Founded in 1565, Rio de Janeiro (or Rio to friends) is the second largest city in Brazil (behind São Paulo) with more than 6 million people. From its favelas (slums) to its ritzy beaches, Rio is a diverse and complex city and is having quite a decade, with the World Cup coming this year and the Olympics in 2016. In between, the city will be celebrating its 450th anniversary in 2015 and the Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (Municipality of Rio de Janeiro City) has been preparing for a big, fifty-year-long shindig. After running a contest to find a logo, the organization introduced this week the winning proposal, designed by Rio- and São Paulo-based Crama.


                    Antes                                             Depois



The brand’s 450th anniversary is an expression that, beyond the face of Rio, is the face of the celebration of this feast. A proposal to bring playful reflections on who we are and how much we love living where we are. It was designed to rescue the pride of belonging, through a simple and straightforward idea: if Rio is multicultural, multiethnic and multifaceted, the brand must reflect all this.


From this idea, we created a brand that identifies the people of Rio and makes fun of her way; a brand that represents what the carioca is most essential, showing the profile of who is proud to be what it is. Composed of 3 numbers of the celebration, the brand is the profile of our character: Marcos, Paula, Robson, of Helena, Peter, of Kylvia … and everyone who is part of Rio, whether by birth or By choice.


rio450 brand page (google translated)







The previous logo, created on the occasion of the 400th anniversary, was designed in 1965 by Aloisio Magalhães, a successful corporate identity designer. (Google him!). Being such a simple icon, the logo has become, well, iconic and there is plenty of equity and nostalgia built into it. It was a nice logo, for sure. The new logo is also quite nice, just on a different wavelength. At first, all you see is a slightly odd “450”, which makes for an intriguing mark on its own. Then it goes all FedEx-arrow by revealing that it’s a nose, eye, smile, and chin that you can add hair to. The static images above don’t quite do it justice as those are crudely generated by an online script but the more stylized and considered animation directly above shows the real potential of the logo. In contrast to the 400th anniversary logo this is far too playful but in the context of 2015 branding and the desire for social engagement this is quite successful. The secondary “Rio 450” descriptor could be better; it’s not different or similar enough to the “450”, it could have been pushed more to one extreme or the other.


















In application, it’s all prototypes for now and there isn’t much to be excited about — particularly not by the supporting “hand-drawn” typeface chosen. But the 450 mark has enough strength on its own to carry the spare layouts and bold blocks of color. Overall, it’s a charming mark that needs to find a more enduring visual ecosystem for the next 50 years — so at least it has time to find its groove.

Mostra e seminário "Tipos Latinos 2014"

Será inaugurada na sexta-feira, 30 de maio, às 18h30, no CCD (Centro Carioca de Design) a mostra carioca da "Tipo Latinos", sexta edição da Bienal de Tipografia Latino-americana. A programação do evento inclui, além da exposição dos 78 projetos selecionados, o "2º Ciclo de Palestras Tipos Latinos" no Rio de Janeiro, que acontecerá no sábado, dia 31, das 14h00 às 19h00, e que reunirá Priscila Midori & Victor Marcello, e os designers de tipos Pedro Moura, Rafael Saraiva e Rodrigo Saiani. Acontecerá também o lançamento de Tipografía en Latinoamérica – orígenes y identidad, publicação organizada por Cecilia Consolo, e que contou ainda com a partiipação de Alejandro lo Celso, Marina Garone Gravier e Rubén Fontana. Cecilia também se apresentará no seminário, assim como os curadores brasileiros da mostra, Bruno Porto e Fabio Lopez (form. Esdi 2000, MSc. 2009). Na noite de abertura será realizada uma perfomance caligráfica por Claudio Gil, calígrafo e designer, aluno do Mestrado da Esdi. A exposição poderá ser vista até o dia 4 de julho e o CCD fica na Praça Tiradentes, 48 (Centro). Mais informações na página Facebook do evento: www.facebook.com/events/1394807254077323.
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Mostra "bauhaus.foto.filme" em Ipanema

Pode ser vista até o dia 20 de julho, no Instituto Oi Futuro de Ipanema, a exposição "bauhaus.foto.filme". A mostra itinerante traz cem fotografias, além de filmes, da pioneira escola de design alemã que funcionou entre 1919 e 1933. Entre os criadores apresentados estão nomes como László Moholy-Nagy, Lucia Moholy, T. Lux Feininger, entre diversos outros. A fotografia e o cinema eram, para os membros da Bauhaus, novas técnicas de produção da imagem que correspondiam ao programa modernista da escola. Nos instantâneos e documentos históricos em exposição podem ser vistas características daquela linguagem, como a ênfase nas diagonais, as perspectivas extremas e diferentes técnicas de manipulação da imagem. Na seção de filmes da mostra, bauhausianos e outros cineastas da época aparecem ao lado de entrevistas de testemunhas daquele momento. A exposição pode ser vista de terça-feira a domingo, das 13h00 às 21h00, e a entrada é franca. O Oi Futuro fica na Rua Visconde de Pirajá, 54 (Ipanema). Mais informações pelo telefone (21) 3131-9333 ou no site:www.oifuturo.org.br.

quarta-feira, maio 28, 2014

Morreu Massimo Vignelli, para quem o design era “diminuir a quantidadede vulgaridade no mundo”

No último mês, designers de todo o mundo escreveram a Massimo Vignelli. O filho do designer gráfico italiano pediu que quem tivesse sido inspirado pelo trabalho do pai, muito doente, lho dissesse. E as palavras chegaram em cartas, postais, brochuras e muito design. A partilha desses agradecimentos foi feita com a hashtag #dearmassimo no Twitter, mas desde terça-feira #dearmassimo tornou-se na forma de chorar online a morte do “visionário”, do “avô do design gráfico”, de “um dos maiores designers do século XX”, aos 83 anos.
Os obituários de Massimo Vignelli descrevem-no assim, como essa figura tutelar do design gráfico que marcou uma paisagem e ajudou a criá-la – especialmente em Nova Iorque. Mas ele, a quem muitos dos seus pares e jovens fãs escreveram eescrevem ainda nas últimas semanasagradecendo-lhe pela inspiração, considerava-se um “arquitecto da informação”. Mestre da clareza e simplificação, o seu trabalho ou nos entra olhos dentro ou já entrou, pessoalmente, nas ruas da cidade cuja sinaléctica do metro desenhou ou nos filmes e imagens que retratam a cinematográfica cidade em todos os seus ângulos.
Massimo Vignelli desenhou capas de livros, sacos de compras dos grandes armazéns americanos Bloomingdale’s (o famoso brown bage o lettering ainda hoje usado no logótipo da marca), Saks e Barneys, brochuras ainda em uso para o Serviço de Parques Nacionais dos EUA e inúmeros trabalhos para dezenas de marcas. Das companhias aéreas (criou a identidade gráfica da American Airlines, usada durante 45 anos) à computação (IBM), passando pelas italianas Pirelli, Olivetti, Perugina, pela cadeira empilhávelHandkerchief para a Knoll e até a sinaléctica do Museu Guggenheim de Bilbau, além da redefinição, em 1995, da identidade empresarial da Benetton, que alinhou num rectângulo verde que depois se colocaria nas famosas campanhas de grande impacto social da marca italiana.
Admirador de Le Corbusier e Mies van der Rohe e arquitecto de formação, o designer era conhecido pela sua visão modernista – Michael Bierut, designer gráfico e sócio da maior consultora de design do mundo, a Pentagram, considera que “Massimo, provavelmente mais do que qualquer outra pessoa, tem o crédito de introduzir um ponto de vista modernista europeu ao design gráfico americano”, disse aoThe New York Times.
Com o seu colega holandês Bob Noorda, criou a sinalética do metropolitano de Washington (paralelepípedos que se tornaram a imagem do sistema de metro da capital norte-americana) e de Nova Iorque, cidade a que chegou em meados da década de 1960 e da qual desenhou, em 1972, um polémico mapa do metro que diluía a cidade sobre o solo nas linhas coloridas que simbolizavam os percursos dos comboios subterrâneos. É talvez o seu trabalho mais discutido e, simultaneamente, criticado, e o que surge no topo do seu currículo mediático.
Eliminada a familiaridade que a identificação de bairros, parques ou monumentos criava entre a vida que corria debaixo do chão e a que pulsava acima dele, gerou, por exemplo e como recorda o The New York Times, críticas dos turistas, confusos na medição das distâncias. Aquilo que agora conhecemos, um mapa em que a terra é bege, o parque verde e o rio azul, era em 1972 “um diagrama e não um mapa”, nas palavras do próprio Vignelli, em que a terra era branca, a água bege e os parques cinzentos. As linhas coloridas eram delineadas em ângulos de 45 ou 90 graus ao invés das curvas e contracurvas dos mapas mais convencionais (e actuais). Não era o primeiro a fazê-lo e o seu diagrama será inspirado pelomapa do metropolitano de Londres, criado por Henry Beck em 1933 e cuja versão actualizada ainda é usada na capital britânica.
Às críticas sobre a inteligibilidade de um dos suportes essenciais de sobrevivência na metrópole da costa Este dos Estados Unidos, Vignelli respondeu de forma solta aoThe New York Times em 2006: “O que é que isso interessa? Quer-se ir do ponto A para o ponto B, ponto final. A única coisa que interessa é o esparguete”, o nome dado às mais de 30 linhas que formam, num mapa, o complexo metropolitano de Nova Iorque.
A verdade é que o seu mapa foi substituído em 1979, não sem ser integrado na importante colecção de design do Museum of Modern Art (MoMA), e elogiado pela comunidade de design – o crítico de arquitectura da revista New Yorker chamou-lhe “uma peça quase canónica de design gráfico abstracto”. Contudo, há três anos, Vignelli foi novamente convidado a trabalhar o seu diagrama do metro de Nova Iorque, desta feita para uma versão interactiva, que até hoje se encontra online para assinalar as frequentes mudanças de fim-de-semana do serviço. Quanto à duradoura sinalética, Vignelli e o seu sócio criaram ainda o Graphic Standards Manual, um objecto quase de culto que define as fontes tipográficas a usar na orientação dos passageiros, sem serifas (traços e curvas nas extremidades de alguns tipos de letra) para facilitar a visibilidade a partir de qualquer ângulo, a aplicação da fonte Standard (que depois evoluiria para Helvetica) e a localização da informação, por exemplo.
Não é só o MoMA que conta com o seu trabalho nas suas colecções. Também o Metropolitan ou o Cooper-Hewit National Design Museum, bem como vários museus europeus, guardam no seu acervo peças de Vignelli. Michael Bierut, também fundador do site Design Observer,escreveu terça-feira sobre o seu amigo e mentor: "Aprendi a desenhar na escola de design. Mas aprendi a ser designer com Massimo Vignelli”. Lança-se depois numa imagem para explicar a importância do trabalho do seu mestre.
Bierut descreve um momento em que a cidade, o mundo, parecia ser desenhado pelo seu patrão: “Para chegar ao escritório, andava no metro com sinalética Vignelli, partilhava o passeio com pessoas que levavam consigo sacos de compras do Bloomingdale’s desenhados por Vignelli, passava pela Igreja de St. Peter com o seu órgão desenhado por Vignelli a ver-se da janela”. E essa constatação ganhava nova realidade graças à força gravitacional de Massimo Vignelli, que atraía ao seuatelier os melhores designers do mundo e figuras como Jacqueline Kennedy Onassis.
“Aprendi a pensar o design gráfico como uma forma de criar uma experiência”, escreve ainda Bierut, algo “duradouro, até intemporal”, termo que o próprio Vignelli considerava "um jogo perigoso" nos últimos anos de vida, mas que faria parte da essência da Vignelli Associates – resumida agora, no momento da despedida do seu fundador com uma frase sua no siteda empresa: "Gosto que o design seja semanticamente correcto, sintaticamente consistente e pragmaticamente compreensível. Gosto que seja visualmente poderoso, intelectualmente elegante e, acima de tudo, intemporal".
Nascido em 1931 em Milão, considerou que a sua vocação era a arquitectura, disciplina que estudou, a par de arte, tendo depois trabalhado como designer em Murano. Primeiro em Itália, depois já nos Estados Unidos e casado com a sua companheira de sempre, a também designer Lella Elena Valle, fundou e trabalhou em empresas de design que se viriam a tornar importantes intervenientes no mercado. Teve dois filhos e três netos e criou com Lella Valle e com o Rochester Institute of Technology oVignelli Center for Design Studies. A doença que causou a sua morte não foi tornada pública, tendo escolhido passar os seus últimos dias em sua casa, em Manhattan.
Ao longo da sua carreira recebeu a medalha AIGA (com a sua mulher, em 1983), o primeiro prémio presidencial de design dos EUA, em 1985, ou o prémio carreira do Cooper Hewitt em 2005. Para ele, tal como é mencionado no livro How to Think Like a Great Graphic Designer, de Debbie Millman, citado pela FastCo Design, o design é “diminuir a quantidade de vulgaridade no mundo”.

terça-feira, abril 08, 2014

A HVNA e seus projetos integrados de comunicação

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quarta-feira, fevereiro 05, 2014

Crowdsourcing



O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários, geralmente espalhados pela Internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias, assim como também para gerar fluxo de informação.

O crowdsourcing possui mão de obra barata, pessoas no dia a dia usam seus momentos ociosos para criar a colaboração.

É uma nova e crescente ferramenta para a inovação. Utilizado adequadamente, pode gerar ideias novas, reduzir o tempo de investigação e de desenvolvimento dos projetos, diminuir nos custos, para além de criar uma relação directa e até uma ligação sentimental com os usuários de uma rede colaborativa de ciência e inteligência. Dois bons exemplos de produtos obtidos através do sistema são os sistema operacional GNU/Linux e o navegador Firefox, que foram criados por um exército de voluntários ao redor do mundo.

Comporta a noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exatas do que peritos individuais. A ideia é que o todo seja capaz de se autocorrigir. Se um grande número de pessoas é capaz de corrigir os erros uns dos outros - quer estes sejam por ignorância ou preconceito – os resultados serão no global mais fiáveis do que a resposta de um indivíduo ou de um pequeno grupo. O maior exemplo desse conceito é a própria Wikipedia, que é praticamente tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional e consideravelmente mais cómoda de usar.

Como referem Tapscott e Antony D. Williams, em Wikinomics, as novas "armas de colaboração em massa", que têm um custo reduzido (desde as ligações VOIP e software livre) permitem que muitos milhares de indivíduos e pequenos produtores criem em conjunto produtos, acedam a mercados e deliciem os seus clientes, o que no passado só as grandes empresas conseguiam. As pessoas agora partilham conhecimentos e recursos que lhes permitem criar uma vasta gama de bens e serviços que qualquer um pode usar e modificar.

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Design thinking chega às salas de aula


Michael Schurr, professor do 2º ano do ensino fundamental de uma escola de Nova York, percebeu que nunca tinha perguntado a seus alunos o que poderia ser feito para deixa-los mais confortáveis na sala de aula. Assim, decidiu consulta-los e fazer as alterações no ambiente. Realocou os quadros de avisos que antes eram muito altos, o que dificultava a leitura dos estudantes, e modificou a posição das carteiras, criando espaços semiprivados, para que os alunos se sentissem mais a vontade para estudar. O professor conta que sente a turma mais engajada e que se movem de forma mais fluida pela sala, pois fizeram parte de sua construção. Já na Califórnia, o corpo docente de uma escola de ensino fundamental se questionou sobre como estavam preparando os alunos para o futuro. Sem saber como responder a questão, decidiram leva-la aos alunos. Coletivamente, eles idealizaram o que chamaram de “aprendizagem investigativa”, onde o aluno é visto não apenas como receptor de informação, mas como formadores de conhecimento. Esses são alguns exemplos de como professores estão redesenhando as salas de aula, tanto fisicamente quanto em relação aos processos de ensino e aprendizagem, usando as propostas do design thinking.

Esta metodologia é a especialidade da IDEO – empresa de consultoria global de design, que ajuda organizações a desenvolver projetos por meio desta metodologia –, que resolveu expandir suas ideias para além do mundo business e está apostando no impacto do design thinking na escola. Para tanto, a empresa desenvolveu um material para ajudar professores e educadores a usar essa metodologia na sala de aula: o Design Thinking para Educadores (Design Thinking for Educators, em inglês), disponível por ora apenas em inglês, mas com previsão para ter uma versão brasileira ainda este ano.Design thinking chega às salas de aula

Para eles, por exemplo, design thinking pode ser definido como uma abordagem centrada no ser humano para inovação que integra as necessidades individuais, as possibilidades tecnológicas e os requisitos para o sucesso. E, claro, pode apoiar no desenvolvimento das chamadas competências para o século 21. Segundo a empresa, a ideia do projeto é desenvolver a capacidade de cada aluno de pensar criticamente e inovar, para ter conscientemente condições de tornar o mundo um lugar melhor, independentemente da carreira que escolherem.

“Estamos vendo educadores desenvolverem uma filosofia compartilhada de ensino e aprendizagem, usando o design thinking em diferentes níveis – para discutir uma reforma nacional do sistema de ensino ou para atender necessidades individuais da sala de aula. Também estamos vendo professores pensando conjuntamente com os alunos, seja sobre meios de reformular o currículo e seja como otimizar o espaço físico de suas salas de aula”, afirma Sandy Speicher, responsável pelos projetos educacionais da IDEO, no blog do projeto.

Na prática, a metodologia proposta é dividida em cinco etapas: descoberta, interpretação, ideação, experimentação e evolução. Em cada uma delas, a equipe oferece dicas de como organizar as ideias, formatar de listas, usar post-its, histórias inspiradoras, fotos, aplicativos para tablets, celular etc. São inúmeras soluções que não devem ser seguidas à risca. Os autores defendem que cada problema requer uma abordagem que deve ser construída coletivamente, sem uma fórmula pronta.

A primeira etapa é a da descoberta, onde a curiosidade sobre como enfrentar o desafio é aguçada e as questões são levantadas. Em seguida, é a interpretação, que transforma as ideias em percepções significativas. Histórias, experiências e bagagem individual são bastante valorizadas para que o todo represente as múltiplas perspectivas de soluções.

A terceira é a ideação, que significa gerar um monte de ideias. Muitas vezes pensamentos malucos se tornam visionários. Com preparação e cuidado, reuniões para pensar fora da caixa podem render centenas de novas ideias. A quarta é a da experimentação, são as ideias ganhando vida. É quando se experimenta algumas possíveis soluções para o desafio lançado. Ao construir protótipos, as ideias se tornam mais tangíveis e o aprendizado com a tentativa clareia o pensamento sobre como e o que pode ser feito para melhorar e refinar uma ideia.

Por último, a evolução, que é o desenvolvimento do conceito ao longo do tempo, que envolve o planejamento dos próximos passos, o compartilhamento da ideia com outras pessoas que podem se envolver e ajudar e a documentação do processo, para que a evolução seja percebida e que se faça seu acompanhamento.

O material completo, em inglês, pode ser baixado no site.