quarta-feira, janeiro 30, 2013

Poster da Copa do Mundo de 2014

Em um comunicado oficial lançado após a apresentação do pôster no Rio de Janeiro, a Fifa explicou a escolha: "A criação retrata a beleza e a diversidade do Brasil por meio de um desenho colorido, vibrante e carregado de emoção. O conceito criativo por trás do cartaz – "Todo um país a serviço do futebol – Brasil e futebol, uma identidade compartilhada" – foi o que inspirou a Crama a pensar no desenho vencedor. Isso fica evidente em toda a peça, principalmente no detalhe das pernas dos jogadores disputando a bola e revelando ao mesmo tempo o mapa do Brasil".
Particularmente acho este poster o melhor já feito em todos os tempos.
Diferente, nada convencional, bonito e reflete a boça e a alegria da criação Brasileira.




segunda-feira, janeiro 14, 2013

Em Nova York, o metrô é um convite à leitura.

Em Nova York, o metrô é um convite à leitura. O projeto Underground New York Public Library registra imagens desse “centro cultural” subterrâneo, de seus frequentadores e livros.
Olha que máximo:
http://undergroundnewyorkpubliclibrary.com/


sexta-feira, janeiro 11, 2013

Animação: O ABC dos arquitetos

Este trabalho é uma lista em ordem alfabética dos arquitetos mais importantes de nacionalidades diferentes, incluso o seu edifício mais conhecido. No entanto segundo os criadores Andrea Stinga e Federico Gonzalez muitos foram deixado de lado, já que era imprescindível ter apenas UM por letra, no entanto temos DOIS brasileiros nessa excelente animação.


terça-feira, janeiro 08, 2013

A criação do que é da criação





Vivemos na época do planejamento, um período maravilho ao se pensar nas possibilidades que a publicidade pode alcançar. Conhecer o cliente de forma mais abrangente, o mercado de atuação das marcas, o comportamento de compra e, principalmente, fazer muito com pouco gasto, destacando o cliente como uma peça importante na repercussão do trabalho das agências.

Em termos diretos, pode-se imaginar que o planejamento e todas as áreas que estudam o mercado e os consumidores nos deixem exatamente na frente do alvo, com a distância, o tempo e a velocidade calculada para o arremesso do dardo. Porém, alguém tem que arremessar o dado correto. A linguagem a ser aplicada, o teor da mensagem, a forma com que ela será apresentada, e muito mais… aí está o papel da criação.

Em algumas agências, vive-se o período dos “operadores de Photoshop”, onde a criação é somente uma executora das solicitações vindas do atendimento e da gerência de projeto. É o tipo de situação que gera o que chamo de “plano de demissão voluntária”, que nas grandes empresas é feito em períodos de crise, e nas agências é causado pela insatisfação dos profissionais.

Quando se enxerga a importância da criação dentro do processo de desenvolvimento das marcas, é possível obter ganhos significativos para a empresa frente ao mercado e para seus clientes. Lembro-me de assistir um vídeo com painel de debates que gerou um embate entre Fabio Fernandes, da F/Nazca, e Nizan Guanaes, do Grupo ABC, onde discutiram o momento da crise como um fator motor para que as agências sejam mais e mais criativas, aumentando assim a confiança dos clientes. Acredito que é nesse momento que a publicidade se torna mais importante, possibilitando proporcionar retorno para os investimentos dos clientes, afinal, é para isso que ela existe. Afinal, propaganda é a alma do negócio ou o negócio da alma? Deixo também essa reflexão.

O momento das mídias sociais é o momento da produção, em que os resultados podem ser mensurados de forma mais abrangente e concreta. Mas, onde fica a criação nesse processo? Simples, ela fica em TODO o processo. Desde o planejamento até a concepção das peças. A criação pode direcionar as tendências criativas e tecnológicas, os caminhos já trilhados que funcionaram e os cases de sucesso que se mostraram vencedores ao aliarem criatividade à estratégia.

Gostaria de destacar outro assunto que acho bem interessante: o fato de algumas agências on-line contarem agora com profissionais de Ux (User Experience), um especialista dedicado ao trabalho de pensar na interação e na experiência do usuário, analisando como os visitantes vão se relacionar com a informação dispostas no site. É um caminho sem volta e tem feito diferença em algumas agências como, por exemplo, na Ogilvy de São Paulo que ganhou Leão em Cannes com o projeto da Coca-Cola em o público carregava o celular com créditos de navegação para poder navegar em um browser da Coca-Cola, tudo isso colocando o celular em uma máquina como as de refrigerante.

Sim, nem só de prêmios vivem as agências, na verdade não se vive deles, mas esse reconhecimento é um caminho importante para gerar know how para as agências, mostrar do que elas são capazes. Um site bem elaborado e um bom portfólio ajudam, mas uma premiação pode fazer a diferença.

Confiar na criação é confiar na palavra mais importante de quando se fala em publicidade: criatividade. Os profissionais de criação são treinados para gerar mensagens de campanhas mais atraentes e facilmente interpretadas, e que farão toda a diferença em um planejamento estratégico traçado.

Seja de um layout de e-mail marketing diferenciado a um hotsite, com recursos tecnológicos de realidade aumentada, ou passando por uma simples fan page no Facebook, as imagens, linguagens e interações adequadas virão da criação.

Por vezes, a melhor maneira de falar sobre um produto não é mostrá-lo. Para o Super Bowl (onde o espaço publicitário é da ordem de três milhões de dólares por 30 segundos), a Volkswagen criou dois filmes sensacionais, que mostram o produto apenas no final. No primeiro, um garoto vestido de Darth Vader tenta usar poder da força para mover tudo sem sucesso, até que ele “consegue” ligar o carro – após o pai acionar o controle remoto do carro. Veja que a principal feature do carro é apresentada e fortalecida pelo conceito de controle mental e remoto. No segundo comercial, um besouro corre pela mata imitando um carro, com som de derrapagem nas curvas, ultrapassando outros insetos, rios e tudo mais. Ao final, a sua silhueta é comparada com a do Black Beetle (veja o link de ambos no final do texto).

A criatividade é importante, não só nas peças off-line, mas também nas on-line e nas peças crossmedia. Um ótimo exemplo é o fantástico e já antigo site Get the Glass, trabalho de criatividade pura da agência digital North Kindom, da Suécia. Neste site, o usuário joga com os personagens, sobrevivendo a perigos e correndo o risco de ser preso em Milkatraz. Além de muitos outros projetos que podemos citar, mostrados diariamente pelo site FWA (Favourite Website Awards).

A César o que é de César, dizia o ditado, por isso, à criação a tarefa de trazer resultados sem transformar a publicidade apenas em técnicas de métricas, análises de pessoas e ações com os blogueiros. A criação existe para ajudar, não só para executar.

Por Euripedes Magalhães, professor e coordenador da pós-graduação de Marketing Digital, da Faculdade Impacta.

Fonte: AdNews











sábado, dezembro 22, 2012

Adobe compra Behance site de design gráfico

Adobe Systems Inc. comprou Behance, um site que os designers gráficos e artistas usar para hospedar seu trabalho.


De acordo com o Business Insider , a compra vai ajudar a San Jose com base em Adobe "criar uma comunidade em torno de seus serviços em nuvem Criativas" porque muitos usuários do trabalho de pós Behance criados usando produtos da Adobe. Os termos do acordo não foram divulgados, segundo o relatório.

Behance baseado em Nova York levantou 6,5 milhões dólares no início deste ano e tinha sido financiada pelos seus fundadores para os últimos cinco anos, de acordo com o relatório

Behance é um site que hospeda trabalhos de portfolio para designers gráficos e artistas, foi adquirida pela Adobe por um valor não revelado.


O acordo " se reuniram rapidamente ", o diretor da Adobe sênior de marketing, Scott Morris, diz TechCrunch. Muitos de pós Behance usuários tem trabalhos que são criados a partir do Adobe Creative, como Illustrator , InDesign e Photoshop . A aquisição vai acelerar a missão da Adobe para criar uma comunidade em torno de seus serviços em nuvem da Creative. Toda a sua equipe de 35 permanecerá em Nova York. Após seu relançamento 2011, Behance viu seu tráfego explodir. Quando nos encontramos com Belsky, há alguns meses, ele mencionou que 1 milhão de projetos foi publicado no Behance nos seis meses anteriores, que levou quatro anos para a sua equipa para alcançar os primeiros 1.000 mil uploads. Os 2 milhões de projetos publicados foram vistos mais de 1 bilhão de vezes no Behance. A empresa foi bootstrapped por Belsky e seu co-fundador Matias Corea por cinco anos antes de levantar 6,5 milhões dólares no início deste ano.

Read more: http://www.businessinsider.com/another-new-york-startup-has-been-acquired-2012-12#ixzz2Fn3lh9HA

segunda-feira, dezembro 17, 2012

Junior Cordella tem nova marca.

No começo  de 2012, Junio Cordella decidiu criar a Equipe Cordella Triathlon, onde vem conquistando inúmeros resultados expressivos como treinador e atleta. Atualmente, conta com mais de 20 atletas no time, de diferentes idades e com um mesmo propósito: serem melhores atletas nos esportes que praticam. Em dois anos seguidos, Júnior Cordella ficou entre os 10 melhores triatletas do Estado, nas categorias Olímpico(2011) e Short (2012) e levou outros triatletas às melhores colocações no Ranking Estadual, tanto em Duathlon como em Triathlon. O reconhecimento pelo seu trabalho e paixão a este esporte, vem sendo notado por muitas pessoas e, atualmente, conta com um grupo que cresce cada vez mais. Sua marca foi redesenhada por Horacio Costa Design. 




Nova Marca


Site de Junior Cordella

Revista transgressora chega ao Brasil

A Colors é uma publicação trimestral, que trata temas polêmicos, e é impressa em seis edições bilíngues (inglês+italiano, francês, espanhol, coreano, chinês e português) e distribuída internacionalmente.

Há aproximadamente dois meses, profissionais do Grupo Benetton estiveram em São Paulo para lançar a versão em português do veículo. A estratégia é fruto do acordo com a editora Amarello que distribuirá no Brasil a Colors a partir do nº 84, Apocalipse. Um manual de sobrevivência. Inicialmente a distribuição é de 3 mil exemplares nas bancas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Fundada em 1991 sob a direção de Oliviero Toscani e Tibor Kalman, com a convicção de que as diferenças são todas positivas e todas as culturas têm o mesmo valor, a Colors exprime-se, sobretudo, através de imagens. Com esta linguagem visual os temas da Colors oscilam entre os de forte empenho, como a ecologia, os conflitos do mundo, a luta contra a Aids e outros mais leves, como as compras, a moda, os colecionadores, a felicidade, mas sempre revisitados todo com um olhar não convencional.

Leia a entrevista de Cristina Cuturi, diretora de comunicação da Benetton na América Latina:

O que atraiu a Revista Colors para o mercado brasileiro?

Cristina Cuturi - O mercado editorial brasileiro não tem qualquer publicação como Colors, então há uma lacuna respeitosa para preencher no mercado.

Qual é a proposta de valor da Colors? A mesma proposta é válida para o Brasil?

Cristina Cuturi – A Revista Colors sempre lançou um olhar de curiosidade sobre o mundo. Seu objetivo é interagir com a sociedade e os leitores. Ela se dirige a qualquer um que esteja interessado no que está acontecendo ao seu redor, qualquer um curioso e ansioso para saber mais sobre o nosso mundo e sua grande variedade de histórias humanas e situações. A ideia de sustentação da revista Colors é a concepção de Marshall McLuhan sobre a aldeia global. E isso é mais relevante do que nunca. A Colors pretende continuar no mesmo caminho de investigar nosso mundo, com um foco sobre os aspectos que normalmente são ofuscados pelas questões e eventos de nosso cotidiano. Graças à sua rede internacional de jornalistas, escritores, fotógrafos e colaboradores e de suas seis edições bilíngues (Inglês + Italiano, Francês, Espanhol, Coreano, Chinês e Português), a Colors consegue atingir uma linguagem universal.

Qual é o perfil dos leitores?

Cristina Cuturi – O leitor da Colors é curioso, de mente aberta e jovial, com bom ativo intelectual, urbano, viajante, não conformista e aberto ao diálogo. Colors é uma revista colacionável. As pessoas raramente vão jogar fora, pois tem o tipo de pesquisa em profundidade que poderia ir para um livro.

Qual é o maior diferencial da revista?

Cristina Cuturi – Como eu já disse, a Colors foi criada em 1991, baseada em torno de concepção de aldeia global. Ela foi uma das primeiras revistas sociais temáticas. No momento em que nasceu, era algo totalmente diferente de outras publicações. Ainda assim, a Colors mudou radicalmente ao longo dos anos, mas manteve o seu DNA, que é ser socialmente engajada e olhar as coisas que outras revistas não podem dar espaço editorial. Por isso, Colors se define como “uma revista sobre o resto do mundo", dando atenção para as pessoas, histórias e coisas raras. Na revista as questões fundamentais e situações obscuras são reveladas de maneiras não convencionais.

Fonte: AdNews