quinta-feira, novembro 29, 2012

40 Inspirações Design Vintage e Retro Web ? ou não?


Há muitas novas tendências de design e estilos que estão surgindo constantemente. Sem ódio contra eles, mas projetos de vintage e retrô têm sido sempre em grande estilo! Vemos aqui alguns modelos, poluídos ou não que talvez deixe-nos com uma cara de sites típicos feitos lá fora. mas podemos tirar algumas conclusões sobre sites vintages e que possam influir com menos elementos talvez para sites Brasileiros. Gosto do uso de alguns elementos e de determinados layouts bem limpos destes elementos. De qualquer forma seria interessante ver estas idéias e termos nossas próprias conclusões.

1. Cão cidade 

Dog City 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

2. Blamestella 

stella 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

3. Adam Butler 

Adam Butler 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

4 Smultronlab 

Smultronlab 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

5. Biltmore 

Biltmore 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

6. Youknowwhodesign 

Youknowwhodesign 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

7. A Blimp Conan 

A Blimp Conan 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

8. Pacotes de anúncios 

Anúncio Packs 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

9. Socialprimer 

socialprimer 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

10. Troca de feijão 

beanexchange 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

11. Além 10k 

aneventapart 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

12. Transformology 

transformology 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

13. Soonr 

Soonr 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

14. MailChimp 

MailChimp 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

15. Posterroast 

posterroast 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

16. Barleypop 

barleypop 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

17. Todaysdocument 

todaysdocument 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

18. Farinellabakery 

farinellabakery 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

19. Dnadarwin 

dnadarwin 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

20. Latherbeerich 

latherbeerich 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

21. Fazem Apps 

theymakeapps 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

22. Momandpopcorn 

momandpopcorn 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

23. Teamfannypack 

teamfannypack 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

24. Irregular Wayward 

waywardirregular 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

25. Antiquepianoshop 

antiquepianoshop 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

26. O New York Lua 

nymoon 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

27. Muttink 

muttink 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

28. Marcosiniscalco 

marcosiniscalco 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

29 Kultika 

kultika 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

30. Lordlikely 

lordlikely 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

31. Readyphotosite 

readyphotosite 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

32 Webomatic 

webomatic 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

33. Dollardreadful 

dollardreadful 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

34. Torpedojuice 

torpedojuice 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

35. Allstarlanes 

allstarlanes 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

36 Bigstategames 

bigstategames 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

37. Mediaboom 

mediaboom 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

38. Level2d 

level2d 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

39. Practicecafe 

practicecafe 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web

40. Singularityconcepts 

singularityconcepts 40 Inspirações Design Vintage e Retro Web
Relação de lay outs acima de  Igor Ovsyannykov 

sexta-feira, novembro 23, 2012

Graphic Design Before Graphic Designers

A fuller, in the Roman times, was a person who cleansed wool of impurities, often using urine (a taxable commodity back then). In 15th and 16th Century England, whipping boys had an even worse job; bearing the punishments deserving of ill-behaved princes. Befuddling? Well, if you were to travel back in time to meet one, they would doubtless be equally flummoxed by your description of professions like social media marketer, used SIM-card salesperson or graphic designer.
Graphic Designers Before Graphic Designers review by Redbubble blog

While it is certainly one of the coolest jobs to which one might reserve bragging rights, Graphic Design actually has a relatively short history – Well, under it’€™s current name, at least. Graphic Design Before Graphic Designers’ by David Jury (Thames and Hudson, 2012) brings us a detailed pre-history of the field. For those who have wondered why published histories of graphic design almost always begin in the twentieth century, that’s because of the simple fact that it was not a clear-cut profession before then. Such trivial tasks as – ooh, let’s see – dot-rendering an entire street scene and laying out oodles of ornately-decorated type across it were the responsibility of the printer. Gratis. This extraordinarily generous addition to the printer’s services was known as ‘jobbing’.
Graphic Design before Graphic Designers is a beautifully illustrated account of the period, particularly between the invention of the Gutenberg press and the advent of Graphic Design as a career, during which the jobbing printer implemented a range of techniques to create reproducible printed matter for his or her clients. The book includes not only hundreds of examples of jobbing printers’ work, but also detailed technical descriptions of devices and materials used, making it especially appealing to analytical types!
There are also some insightful explanations of the social settings in which these delightful examples were produced. Included, for instance, are those who drove the demand for mass communication, the value of the work to clientele and the social reaction to printed advertising. Jury describes the jobbing printer, quite rightly, as under appreciated in times gone by:
‘That the printer of books was the “preserver of all other arts” was often stated with pride. The jobbing printer, in contrast, dealt with the everyday ephemeral activities of local businesses, entertainments and regional government offices. The nature of what was being communicated was not only superficial and mundane, but also sometimes morally questionable.’
It’s fascinating, then, that in this age of blindingly fast-paced production (and equally rapid failure and collapse), we look back on the work of these trades men and women as detailed, painstakingly produced works of art, where previous generations would have disregarded much of it as trash. Thankfully, though, someone has taken the time to collect and collate several hundred of these works into a single volume before it could be lost forever.
Graphic Design Before Graphic Designers , published by Thames & Hudson, is available at all good bookstores.
This review was written by Evan Chapman See more recent articles from the RB Blog here.
Fonte: Redbubble

Review: Vade-mécum de Tipografia


Para um estudante de design, entender sobre as noções de tipografia é como aprender a ler e escrever, e para quem deseja iniciar seus estudos sobre tipografia o livro “Vade-mécum de Tipografia” é um ótimo começo.
O livro escrito por Antônio Martiniano e Naotake Fukushima aborda os primeiros passos que todo estudante e também profissionais de design devem conhecer. O tema é abordado de forma objetiva com uma linguagem simples, o que torna a leitura fácil e agradável.
Mais do que simplesmente conhecer um pouco mais sobre a história da tipografia, o livro também é uma excelente fonte de consulta para trabalhos tanto acadêmicos quanto profissionais pois menciona aspectos técnicos no uso das fontes tipográficas como legibilidade, proporções desenho.

Outro dos itens de grande destaque no livro é o conteúdo dedicado a história, não apenas apresentando os primórdios da tipografia mas também relatando curiosidades dentro da história dela e referências a filmes e livros, detalhes que tornam a leitura muito mais atrativa.
Como é de se esperar de um bom livro relacionado ao design, o Vade-mécum de Tipografiacontém ilustrações de fontes tipográficas que auxiliam na compreensão dos pontos abordados.

O conteúdo está dividido nos seguintes capítulos:

  • O começo no ocidente
  • Composição com letras
  • Medidas tipográficas
  • Desenho tipográfico
  • A ilusão visual na tipografia
  • Para se criar um novo alfabeto
  • Termologia
  • Legibilidade
  • Reconhecendo os tipos clássicos
  • Classificação dos tipos
  • Sistemas de classificação de estilos
  • Acentos gráficos e pontuação
  • Exercícios práticos
  • Revistas e Jornais
  • Dicas quentes
  • Referências

  • Sem dúvida o principal capítulo do livro é aquele intitulado "para se criar um novo alfabeto” onde é dada uma ótima explanação sobre a criação de um novo alfabeto funcionando perfeitamente como um guia no trabalho da criação de novas fontes.

    Em minha opinião o Vade-mécum de Tipografia é sem duvida uma excelente leitura para qualquer designer que tenha o desejo de enriquecer seus trabalhos se utilizando da criação de alfabetos e conhecimento técnico sobre as letras.

    Para adquirir o livro e saber mais é só entrar no 
    site da editora Insight.

terça-feira, novembro 06, 2012

Ilustração

Cesar Moreno.. Técnicas de Ilustração




Estratégia nem sempre é preço para e-commerce


Alguns varejos acreditam que o e-consumidor só compra seu produto pois ele tem o melhor preço ou a melhor condição de pagamento. Em termos, isso até é verdade, mas o consumidor não é única e exclusivamente sensível a preço, afinal, dentro dos pilares de boas práticas do e-commerce, preço/promoção é uma das estratégias para elevar vendas.

O caso da loja virtual Giuliana Flores pode ser um excelente exemplo disso, afinal, desde Setembro o departamento de marketing da empresa começou a fazer alguns testes para elevar as vendas sem ficar refém de promoções.

Um dos primeiros passos para o sucesso foi a redução do peso do site. Um trabalho em conjunto com a área de TI e designers, fez com que o site ficasse 90% mais leve e dessa forma mais rápido no carregamento. Estudos mostram que quanto mais rápido o site, mais chances de elevar as vendas, e no caso da Giuliana Flores, isso realmente ocorreu, aumentando em média 20% das vendas diárias.

Outro ponto foi a alteração do site durante o dia sem a necessidade de mudar preços. Em um determinado horário, a equipe da Giuliana Flores levanta todos os produtos mais vendidos no site. O foco é o Top 30. Avalia-se as vendas do que está em destaque, mas busca-se produtos que vendem sem destaque. Outra ação é avaliar a performance do banner ou TV Flash e trocar a peça por outro banner que em um curto espaço de tempo gerou bastante resultado para o site.

O famoso “repique” de e-mails não é tão usado. Para que as taxas da marca fiquem de acordo com o recomendado pelo Return Path e dessa forma cheguem realmente na caixa da base cadastradas, é disparado um e-mail diário e repiques em casos isolados. Esses repiques são feitos no final do dia e sempre para uma base segmentada de acordo com estratégias da marca. Essas ações elevaram as vendas através da ferramenta em 18% e não aumentaram a taxa, já muito baixa, de opt-out.

Um estudo mostrou que uma determinada estratégia de montagem e diagramação da peça de e-mail gera mais resultado, sendo assim, a maioria dos disparos segue o padrão estabelecido pelo estudo, mas alguns testes ainda são feitos de acordo com estudos feitos com peças do mercado em geral, tanto no Brasil, como no mundo.

As metas diárias foram divididas em períodos e são controladas hora a hora. Essa ação conseguiu apresentar com mais clareza os horários de maior venda e até os produtos que mais são comprados por hora, assim, são elaboradas ações no site de venda imediata, apostando – e com sucesso – na compra por impulso.

Por fim, foram feitos vários estudos com o Google, fonte mais importante de acessos e conversões da Giuliana Flores, assim como na maioria esmagadora das lojas virtuais. Estudos de palavras via ferramentas do Google, estudos das agências de SEM e SEO e auxílio do próprio Google ajudaram a rever a estratégia e elevar as vendas vindas do Google.

Enfim, as ações do marketing da Giuliana Flores provaram que é possível aumentar as vendas sem precisar única e exclusivamente focar em promoções, que são feitas, claro, afinal o e-commerce nacional vive o momento da ditadura das promoções, mas é possível pensar em outras ideias e estratégias para elevar vendas, sem mexer no preço.

Por Felipe Morais, coordenador dos cursos de marketing digital da Faculdade Impacta e gerente de marketing da Giuliana Flores

Google oferece sites grátis para pequenas empresas



Para o presidente do Google Brasil, Fabio Coelho, o programa chega no momento em que o Brasil se consolida como economia global e como um país conectado. “Acho que o programa tem tudo a ver com o compromisso global que temos no Google de apoiar e prestigiar as pequenas e médias empresas. A gente faz isso na crença de que estar na internet torna os negócios mais sólidos e abrindo essa segunda loja, online, fica mais fácil crescer e exportar”, explica Coelho.
Em parceria com Sebrae, HP e Yola, o projeto vai oferecer a primeira anuidade do domínio grátis aos primeiros 5 mil inscritos. Os outros novos registros pagarão R$ 29,95 por ano. Além disso, os empresários terão acesso a programas para criar e hospedar sites de graça “para sempre”, segundo a empresa.
O foco da empresa é atender pequenas empresas e quem deseja ter um negócio nos próximos dois anos. Do Google, os empreendedores terão R$ 150 em créditos da ferramenta de publicidade da empresa, o Google AdWords. O Sebrae entra com o papel de educar e promover eventos para atrair mais empresas para a rede. 
Todas as atividades serão concentradas no site do Conecte Seu Negócio . Os empresários devem verificar a disponibilidade do domínio, fazer o registro com um CPF ou CNPJ e começar a construir o site. Segundo a empresa, os usuários terão ferramentas da Yola - que marca sua entrada no mercado brasileiro - à disposição para definir layout, formatação de página e conteúdo. “É importante despertar nas empresas a necessidade de estar na internet. O que será dos negócios do mundo sem a internet?”, questiona o diretor presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
O programa já existe em onze países e chega à América Latina através do Brasil. Irlanda, Canadá, Itália e Reino Unido já contam com o programa. Segundo o Google, só na terra da rainha 125 mil sites foram criados através da ferramenta. “Essas empresas conseguem alcançar mercados que antes não conseguiriam e vem ao encontro de uma característica brasileira que é ser empreendedor por definição”, diz Coelho.
A HP, que oferece computadores e impressoras com descontos, a Serasa Experian, que deve ter promoções especiais de seus produtos no site, e a CNI - Confederação Nacional da Indústria também são parceiros do projeto.

Fonte: Exame