terça-feira, novembro 06, 2012

Estratégia nem sempre é preço para e-commerce


Alguns varejos acreditam que o e-consumidor só compra seu produto pois ele tem o melhor preço ou a melhor condição de pagamento. Em termos, isso até é verdade, mas o consumidor não é única e exclusivamente sensível a preço, afinal, dentro dos pilares de boas práticas do e-commerce, preço/promoção é uma das estratégias para elevar vendas.

O caso da loja virtual Giuliana Flores pode ser um excelente exemplo disso, afinal, desde Setembro o departamento de marketing da empresa começou a fazer alguns testes para elevar as vendas sem ficar refém de promoções.

Um dos primeiros passos para o sucesso foi a redução do peso do site. Um trabalho em conjunto com a área de TI e designers, fez com que o site ficasse 90% mais leve e dessa forma mais rápido no carregamento. Estudos mostram que quanto mais rápido o site, mais chances de elevar as vendas, e no caso da Giuliana Flores, isso realmente ocorreu, aumentando em média 20% das vendas diárias.

Outro ponto foi a alteração do site durante o dia sem a necessidade de mudar preços. Em um determinado horário, a equipe da Giuliana Flores levanta todos os produtos mais vendidos no site. O foco é o Top 30. Avalia-se as vendas do que está em destaque, mas busca-se produtos que vendem sem destaque. Outra ação é avaliar a performance do banner ou TV Flash e trocar a peça por outro banner que em um curto espaço de tempo gerou bastante resultado para o site.

O famoso “repique” de e-mails não é tão usado. Para que as taxas da marca fiquem de acordo com o recomendado pelo Return Path e dessa forma cheguem realmente na caixa da base cadastradas, é disparado um e-mail diário e repiques em casos isolados. Esses repiques são feitos no final do dia e sempre para uma base segmentada de acordo com estratégias da marca. Essas ações elevaram as vendas através da ferramenta em 18% e não aumentaram a taxa, já muito baixa, de opt-out.

Um estudo mostrou que uma determinada estratégia de montagem e diagramação da peça de e-mail gera mais resultado, sendo assim, a maioria dos disparos segue o padrão estabelecido pelo estudo, mas alguns testes ainda são feitos de acordo com estudos feitos com peças do mercado em geral, tanto no Brasil, como no mundo.

As metas diárias foram divididas em períodos e são controladas hora a hora. Essa ação conseguiu apresentar com mais clareza os horários de maior venda e até os produtos que mais são comprados por hora, assim, são elaboradas ações no site de venda imediata, apostando – e com sucesso – na compra por impulso.

Por fim, foram feitos vários estudos com o Google, fonte mais importante de acessos e conversões da Giuliana Flores, assim como na maioria esmagadora das lojas virtuais. Estudos de palavras via ferramentas do Google, estudos das agências de SEM e SEO e auxílio do próprio Google ajudaram a rever a estratégia e elevar as vendas vindas do Google.

Enfim, as ações do marketing da Giuliana Flores provaram que é possível aumentar as vendas sem precisar única e exclusivamente focar em promoções, que são feitas, claro, afinal o e-commerce nacional vive o momento da ditadura das promoções, mas é possível pensar em outras ideias e estratégias para elevar vendas, sem mexer no preço.

Por Felipe Morais, coordenador dos cursos de marketing digital da Faculdade Impacta e gerente de marketing da Giuliana Flores

Google oferece sites grátis para pequenas empresas



Para o presidente do Google Brasil, Fabio Coelho, o programa chega no momento em que o Brasil se consolida como economia global e como um país conectado. “Acho que o programa tem tudo a ver com o compromisso global que temos no Google de apoiar e prestigiar as pequenas e médias empresas. A gente faz isso na crença de que estar na internet torna os negócios mais sólidos e abrindo essa segunda loja, online, fica mais fácil crescer e exportar”, explica Coelho.
Em parceria com Sebrae, HP e Yola, o projeto vai oferecer a primeira anuidade do domínio grátis aos primeiros 5 mil inscritos. Os outros novos registros pagarão R$ 29,95 por ano. Além disso, os empresários terão acesso a programas para criar e hospedar sites de graça “para sempre”, segundo a empresa.
O foco da empresa é atender pequenas empresas e quem deseja ter um negócio nos próximos dois anos. Do Google, os empreendedores terão R$ 150 em créditos da ferramenta de publicidade da empresa, o Google AdWords. O Sebrae entra com o papel de educar e promover eventos para atrair mais empresas para a rede. 
Todas as atividades serão concentradas no site do Conecte Seu Negócio . Os empresários devem verificar a disponibilidade do domínio, fazer o registro com um CPF ou CNPJ e começar a construir o site. Segundo a empresa, os usuários terão ferramentas da Yola - que marca sua entrada no mercado brasileiro - à disposição para definir layout, formatação de página e conteúdo. “É importante despertar nas empresas a necessidade de estar na internet. O que será dos negócios do mundo sem a internet?”, questiona o diretor presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
O programa já existe em onze países e chega à América Latina através do Brasil. Irlanda, Canadá, Itália e Reino Unido já contam com o programa. Segundo o Google, só na terra da rainha 125 mil sites foram criados através da ferramenta. “Essas empresas conseguem alcançar mercados que antes não conseguiriam e vem ao encontro de uma característica brasileira que é ser empreendedor por definição”, diz Coelho.
A HP, que oferece computadores e impressoras com descontos, a Serasa Experian, que deve ter promoções especiais de seus produtos no site, e a CNI - Confederação Nacional da Indústria também são parceiros do projeto.

Fonte: Exame

sexta-feira, setembro 28, 2012

Line Art - James Bond

Com este áudio é realmente mais emocionante...


segunda-feira, setembro 24, 2012

O QUE É ERGONOMIA (2)


O QUE É ERGONOMIA?

Para aqueles que não sabem o que é Ergonomia. É simples.... e a forma segue a função.


E a Apple pensa nisso.

quarta-feira, setembro 19, 2012

NOMES PARA O MASCOTE DA COPA!!! BOLA FORA.




Foram algumas escolhas "FURRECAS" para nomes como Fuleco, Zuzeco e Amijubi.

Sinceramente preferia pura e simplesmente Tatú-Bola, neste caso. Na opinião de especialistas e do público em geral, o comitê que pré-selecionou os nomes para o mascote da Copa do Mundo de 2014 deu bola fora.

Fuleco por exemplo, pode ter alguma conotação pejorativa com "fuleiro" e "furreco", expressão chula que pode jogar contra nós, caso o time do Brasil não atue bem na Copa. Concordo com alguns quando dizem que Amijubi parece árabe, nada a ver conosco. E Zuzeco então...

 Existe nome ou palavra mas anti-brasileira. Vamos lembrar da copa passada e trocadilhos a parte, o Zuzeco adora tocar uma vuvuzela. Estamos mais para um pandeiro e um tamborim!!!

Uma enquete realizada através da Fanpage do Adnews identificou que 88% (96) dos leitores não aprovaram nenhuma das opções. Além disso, um grupo está recolhendo assinaturas através do site AVAAZ.org (petições virtuais) para tentar mudar os nomes pré-selecionados. O texto da petição diz: “Queremos participar dessa escolha. Repudiamos esses nomes e queremos escolher o Mascote que representará a todos! Esta petição será entregue OFICIALMENTE ao Comitê Organizador da Copa”. A iniciativa já conta com 5.400 assinaturas em três dias, e pretende chegar até 7.500 até o final da semana.

O apoio de todos seria fundamental pois a copa é nossa, no nosso país e do povo Brasileiro, que receberá cidadãos e delegações do mundo todo. Os ícones para esta copa deveríam ser nacionais e escolher o nome do nosso mascote tem que ser coisa nossa. 

Afinal temos, Publicitários, Designers e Profissionais de Marketing de qualidade internacional aqui em nosso terra.


terça-feira, setembro 04, 2012

Campbell's retribui a Warhol





Algumas ações de marketing são muito bem sacadas. ´É o caso da ideia da fabricantes de sopas enlatadas americana Campbell's, que decidiu homenagear os 50 anos do quadro "32 latas de sopas Campbell's", de Andy Warhol. São 1,2 milhão de latas de sopas (cada uma custa US$ 0,75) que começaram ontem a ser vendidas na rede Target.
As latas de sopas de tomate vêm em quatro conjuntos de cores, usadas pelo artista e aprovadas pela Fundação Andy Warhol. Achei espetacular. Vai comprar a sopa? Então leva uma homenagem a um artista que se apropriou das latas da Campbell's como ícone de pop art. Depois do consumo, dá até para usar como objeto de decoração/arte. A tópica win-win situation que os americanos adora. Ou seja, toda a ideia marqueteira transcende e subverte o marketing propriamente dito.  

Por outro lado, nada mais constrangedoramente desarticulado do que a parceria entre a rede de lojas Supreme e a Campbell's. Em maio as empresas lançaram uma linha de produtos (camisas, bonés, tênis) com o símbolo da lata de sopa imortalizada por Warhol. É pop art ou é fazer propaganda da Campbell's sem a empresa pagar nada ao consumidor? A Van's já foi mais esperta.  

Fonte: Urbanidades