Blog de portfólio. Informações sobre criação, mídias sociais, promoções e eventos, web e acima de tudo Design.
terça-feira, dezembro 08, 2015
segunda-feira, setembro 14, 2015
Cozinha Pedagógica Bola Pra Frente
sábado, agosto 22, 2015
Novo logotipo Victoria promete o melhor de tudo!
quinta-feira, abril 30, 2015
HVNA Com cursos para a área de criação, design e terceira idade!
quarta-feira, abril 15, 2015
Curso de Adobe Photoshop CS6!

Curso de Adobe Photoshop CS6!
Seja capaz de criar efeitos de pinturas impressionantes. Tratamento de imagens, ilustrações e colorizações de personagens. Web e muito mais!
R$450,00 à Vista ou 10x R$52,73 no cartão de crédito.
Objetivo
Permitir, através do domínio da tecnologia digital desse importante programa, a possibilidade de edição, tratamento, manipulação e retoques de imagens; que vão desde a melhoria do contraste de fotos até a criação de imagens a partir de outras, ou a uma ilustração criada do zero.
Público Alvo
Designers, Web-Designers, Publicitários, Animadores, Ilustradores e qualquer pessoa que queira trabalhar com imagens geradas digitalmente para direção de arte e web.
Conteúdo programático
1 – Conhecendo o Photoshop CS6
• Introdução – as possibilidades do software
• O mercado de trabalho
• Iniciando no Photoshop
• Criando um novo projeto
• Bitmap vs. vetor
• RGB ou CMYK?
• Definindo a resolução do trabalho
• Interface e configuração do workspace
• Modos de tela (screen modes)
• Paineis
• Bridge e Mini-Bridge
• Navegação – Ferramentas e atalhos de Zoom e a ferramenta Hand
• Image Size
• Salvando o projeto – psd, jpg, png …
2 – Introdução ao trabalho com cores
• Painel Color
• Painel Swatches
• Background Color e Foreground Color
• Color Picker
• Gradient e edição de gradientes
3 – Seleções, Camadas (Layers) e o History
• Ferramentas de seleção
• Marquee
• Lasso
• Magic Wand e Quick Selection
• Quick Selection
• Transformação (Free Transform)
• Exercícios variados de seleção e recorte de imagens
• Visualização, Ordenação, duplicação e exclusão de layers
• Agrupar layers
• Painel History
• Introdução as ferramentas brush e eraser
• Técnica de preenchimento de cores (Edit > Fill) e atalhos
• Dodge, Burn, Sponge, Blur, Sharpen, Smudge
4 – Correções e Ajustes
• Exercício – Maquiagem digital
• Ferramentas de correção de imagens
• Healing Brush
• Spot Healing Brush
• Patch
• Red Eye
• Filtro Blur – Surface Blur
• Trabalhando com máscara de camada
• Ajustes
• Brightness/Contrast
• Levels
• Curves
• Hue/Saturation
• Color Balance
• Vibrance
• Black & White
• Blending modes
• Opacity e Fill (layers)
• Exercícios – trocar cor dos olhos, trocar e tratar a cor da boca, deixar dentes brancos
• Color Replacement Tool e Trabalhando com modo de blendagem Color e Hue
• Exercício – trocar cor da roupa e cabelos
• Usando o Liquify
5 – Criando montagens e fusões de imagens
• Exercício: Montagem de fotos estilo fantasia
• Recorte de imagens e recorte de cabelo (com Refine Mask)
• Combinando imagens com blending modes, opacidade e máscara
• Entendendo canais (Channel Pallet)
• Adjustment Layers (ajustes não destrutivos)
• Smart Object e smart Filters
• Filtros do Photoshop
• Criando ambientação com Photo Filter
• Criando DOF (Deph of Field)
• Aumentando detalhes (com unsharp maks)
• history brush, art history brush, background eraser e Magic eraser
6 – Ferramentas vetoriais no Photoshop
• Conhecendo e trabalhando com os shapes
• Trabalhando com a pen tool
• Exercício – recorte de imagens com a pen tool
• Exercício – ilustração vetorial
• Trabalhando com a Type tool (ferramenta de texto)
7 – Photoshop para Web
• Salvando imagens para web e dispositivos móveis
• Criando layouts para sites
• Preparando o layout para o desenvolvimento do site (slices)
• Configurando o código gerado, para trabalhar com XHTML e CSS
8 – Projeto Final e revisão
• Finalização e acompanhamento dos exercícios feitos ao longo do curso.
GISCursos
Rua Conde de Bonfim 120 sala 713
Tel: 36893796/988549132
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quarta-feira, fevereiro 25, 2015
design gráfico sob um olhar diferente
Nas empresas mais bem estruturadas, o profissional de Marketing é o responsável pela análise do mercado e obtenção de dados. A partir desses dados, ele elabora as estratégias, com o objetivo de conquistar os melhores resultados para a empresa.
Para alcançar esses resultados, contudo, ele precisa acionar outros departamentos, como Projeto, Produção, Financeiro e, principalmente, Vendas. Para vender, ele tem de anunciar. E para criar os anúncios, ele precisa ele precisa de um designer gráfico. E é aí que a coisa começa a se complicar. Ele possui os dados e as estratégias mas, geralmente, não transmite essas informações ao designer, ou o faz de forma sucinta e superficial. Estratégias de Marketing que envolvem a empresa como um todo deveriam envolver também o designer, pois ele está ciente dos valores da empresa e da marca (que muitas vezes ajudou a criar). E apenas o designer – destaco isso – possui os conhecimentos estético-funcionais para apontar o que e como pode ser feito.
Ao Marketing compete a identificação da demanda, dos desejos e necessidades do consumidor a serem satisfeitos. Já o Design caracteriza-se como a interface entre o Marketing e o mercado, filtrando as informações obtidas pelo Marketing e traduzindo-as na forma de logotipos, embalagens, anúncios, outdoors e outras peças de comunicação. O designer gráfico apropria-se de conhecimentos do homem de marketing não com pretensão de usurpar as funções daquele, mas porque constata que, em muitos conceitos do Marketing, reside a nova função do designer: criar pensando no consumidor.
O chamado olhar do designer caracteriza-se pela articulação que ele faz com as diferentes áreas do conhecimento, buscando a construção de conceitos visuais que melhor traduzam os benefícios de um produto ou serviço. O designer pode alterar o modo como as pessoas os veem, por ser capaz de fazer com que pareçam diferentes do que são. O designer faz parte da sociedade e tem a capacidade de influenciá-la e transformá-la. Assim, requer-se do designer, além de sua capacidade projetista, um aprofundamento intelectual que lhe permita associar elementos, códigos e conceitos de sentidos múltiplos, oriundos de modelos comportamentais diversos.
Os consumidores de hoje não buscam apenas produtos bonitos e serviços eficientes, mas que despertem emoções especiais. Como estamos vivendo em um era de excesso de informações – através da internet, rádio, televisão e outras mídias – estas já não são suficientes para convencer os consumidores a adquirir determinado produto ou serviço. É preciso transformar a capacidade de comunicação em histórias capazes de seduzir e encantar os consumidores. O core do Marketing é entender as necessidades e desejos dos consumidores. Este conceito precisa evoluir para a compreensão de comportamentos e preocupação com as pessoas (em um sentindo mais amplo), para o estabelecimento de relações duradouras com a sociedade.
A expansão dos uso dos meios de comunicação e a competição cada vez acirrada por fatias, segmentos ou nichos de mercado veem exigindo uma criatividade cada vez maior por parte das empresas. O papel do Design, atuando junto com o Marketing, tornou-se fundamental na agregação de valor aos produtos e serviços. Assim, é preciso que o designer entenda as estratégias do homem de marketing (e vice-versa), para juntos encontrarem as soluções mais adequadas aos objetivos de mercado da empresa.
Concluindo, o Marketing precisa estabelecer uma fina sintonia com o Design, para que juntos possam criar e oferecer produtos e serviços melhores, que tragam bem-estar, alegria aos consumidores e acrescentem um sentido especial à existência da organização. As empresas que não agregarem estes ingredientes, possivelmente farão parte de uma era que já se foi.
Fonte: Blog administradores
sexta-feira, outubro 17, 2014
5 marcas que já tiveram problemas com seus nomes.
Recentemente, a justiça proibiu a empresa de cartões "Cielo" de usar tal marca. Antiga Visanet, a companhia teria se beneficiado do sucesso do nadador Cesar Cielo para mudar de nome em 2009. Foi o que entendeu uma decisão da Justiça Federal no Rio de Janeiro.
Conforme informa O Globo, a sentença da juíza Márcia Maria Nunes de Barros deu à empresa 180 dias para deixar de usar o nome em todo o território nacional, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A marca diz que se trata de uma decisão em primeira instância e vai recorrer.
A decisão, ocorrida na última terça-feira (14), reacende a discussão sobre os nomes das marcas.
Vejam outros exemplos.
Confira:
Johnnie Walker vs. João Andante
Uma cachaça brasileira resolveu se lançar no mercado claramente inspirada no whisky Johnnie Walker. Foi processada e teve de mudar de nome para O Andante.
Apple vs. Apple Records
Uma das disputas de nome mais famosas da história, a marca de tecnologia e a gravadora dos Beatles chegaram a um acordo em 2007.
Amil vs. Amil Desentupidora
Em junho deste ano, a Amil foi ao ao Supremo contra uma dedetizadora que usa o mesmo nome da marca. O Ministro Gilmar Mendes negou o pedido da empresa.
Lady Gaga vs. Energético Gaga
Lady Gaga abriu um processo contra o energético austríaco Gaga. A ação chegou ao fim recentemente, em agosto. A decisão é que a bebida segue com o nome.
Arnold Schwarzenegger vs. Arnold Nutrition
A marca de suplementos Arnold Nutrition venceu uma ação movida por Arnold Schwarzenegger. O ator alegava violação de seus direitos de marca, porém, o Desembargador Federal Abel Gomes entendeu que a Arnold Nutrition, que existe desde 2004, é uma marca consolidada e registrada, que inclusive já foi patrocinadora do evento de fisiculturismo do ator.
terça-feira, outubro 07, 2014
Rodada de palestras sobre design e tendências está marcada para 8 de outubro
Promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), pelo Centro Design Catarina e pela SC Design, a rodada de palestras da noite de quarta traz assuntos que interessam tanto profissionais da área quanto o cidadão comum, tendo em vista que o design está no dia a dia das pessoas. Na palestra “O processo criativo como ferramenta para singularização da casa”, por exemplo, o designer Fábio Galeazzo vai falar da transformação da casa através da experiência com o espaço.
“O trabalho autoral é surpreendente e possibilita infinitos caminhos de criação resultando em ambientes diferenciados, cheios de história para viver e contar. O homem contemporâneo busca a singularização e a casa será o reflexo das escolhas que o diferenciará”, explica Galeazzo, proprietário da Galeazzo Design, escritório multidisciplinar de arquitetura, interiores e desenvolvimento de produtos.
Da mesma forma, o design é ferramenta de competitividade para a indústria no mercado nacional e internacional. Esse assunto será abordado na palestra “O Design Criativo – uma ferramenta estratégica da era do conhecimento”, da dupla Eduardo Junckes e André Lobe, estilista e o diretor da Lancaster, respectivamente. A Lancaster é especializada em estamparia rotativa e digital e, nessa área, é referência nacional.
E em pleno século 21, não poderia ficar de fora das discussões o tema sustentabilidade. O sócio diretor da iT Projetos – escritório de desenvolvimento de projetos e produtos socioambientalmente responsáveis, Christian Ullmann, irá ministrar a palestra “Design business: inovação, novos negócios e + sustentabilidade”. “A economia atual está em um momento de transição para passar de ser uma economia da destruição ambiental, poluição e exploração para uma economia onde a inovação e criatividade são o grande ativo e diferencial do mercado. Existem grandes oportunidades para empresas criativas e atentas as necessidades reais dos consumidores”, afirma o designer.
Serviço
O quê: Painel Index SC
Quando: 8/10/2014, 19h
Quanto: Entrada gratuita
terça-feira, setembro 23, 2014
Senac São Paulo promove o evento gratuito Design Essencial
A programação gratuita é formada por exposições, workshops, palestras e encontros. As atividades foram elaboradas sob a consultoria do arquiteto e artista plástico Guto Lacaz. "Os objetos industrializados guardam segredos. Convivemos com muitos deles e, sem questionar, aceitamos suas funções determinadas pela propaganda. A partir dos anos 1910, os artistas dadaístas, surrealistas e hoje, os contemporâneos, começaram a fazer essas perguntas e as respostas logo apareceram", explica o profissional.
O evento acontece no Senac Bauru nos dias 24 e 25 de setembro, a partir das 19h30. A unidade promoverá as palestras Diversos Olhares ExtraordinárioseObjeto Suspeito. Ambas discutem o processo criativo de produção e concepção dos objetos.
Entre os objetivos do evento está disseminar o design como uma atividade multidisciplinar simultaneamente ligada à tecnologia, estética e sustentabilidade. “O Design Essencial permite aos profissionais e estudantes acompanharem as novidades do setor e buscarem novas perspectivas para seus trabalhos atuais e futuros”, explica Alécio Rossi, coordenador de design e arquitetura do Senac São Paulo.
O evento é direcionado a arquitetos, designers, decoradores, lojistas, estudantes, professores e demais interessados na área. A participação noDesign Essencialé gratuita. Inscrições podem ser realizadas pelo site www.sp.senac.br/designessencial, telefone 0800 883-2000 ou pessoalmente na unidade Bauru, localizada na avenida Nações Unidas, 10-22, Centro.
Serviço:
Design Essencial
Data: 24 e 25/9
Inscrições mais informações:
www.sp.senac.br/designessencial
Palestra:
Diversos Olhares Extraordinários
Data: 24/09/2014
Horário: quarta-feira, das 19h30 às 21h30
Resumo: Maria Antonia de Souza Zeca, docente da área de design e arquitetura do Senac Bauru, discutirá o processo criativo dos alunos na produção da exposição Olhares Extra Ordinários Aplicados no Projeto.
Palestra: Objeto Suspeito
Data: 25/09/2014
Horário: quinta-feira, das 19h30 às 21h30
Resumo: o designer Gerson de Oliveira falará sobre a natureza dos objetos, seu processo de concepção e realização e sua percepção. Durante a atividade, serão analisados alguns objetos assinados pelo profissional para a sua marca Ovo.
Acompanhe o Senac São Paulo nas redes sociais: http://www.sp.senac.br/redessociais
sábado, maio 31, 2014
Nova marca dos Correios gera polêmica nas redes sociais
Carioca apresenta, em bienal de tipografia, seu projeto premiado
RIO - Mestre em design de tipos pela Universidade de Reading, no Reino Unido, Rafael Saraiva, de 34 anos, é o único carioca a participar da Bienal de Tipografia Latino-Americana, que acontece este fim de semana no Centro Carioca de Design, no Centro, e reúne o que há de melhor em tipografia no continente. Seu projeto Serendipity, além de ter sido selecionado para a bienal, foi exposto em outros dois países (Alemanha e Inglaterra, em 2013) e ganhou o prestigiado prêmio Granshan de Design de Tipos Não Latinos em 2013, na Armênia.
quinta-feira, maio 29, 2014
New Logo for Rio450 by Crama
The brand’s 450th anniversary is an expression that, beyond the face of Rio, is the face of the celebration of this feast. A proposal to bring playful reflections on who we are and how much we love living where we are. It was designed to rescue the pride of belonging, through a simple and straightforward idea: if Rio is multicultural, multiethnic and multifaceted, the brand must reflect all this.
From this idea, we created a brand that identifies the people of Rio and makes fun of her way; a brand that represents what the carioca is most essential, showing the profile of who is proud to be what it is. Composed of 3 numbers of the celebration, the brand is the profile of our character: Marcos, Paula, Robson, of Helena, Peter, of Kylvia … and everyone who is part of Rio, whether by birth or By choice.
rio450 brand page (google translated)
The previous logo, created on the occasion of the 400th anniversary, was designed in 1965 by Aloisio Magalhães, a successful corporate identity designer. (Google him!). Being such a simple icon, the logo has become, well, iconic and there is plenty of equity and nostalgia built into it. It was a nice logo, for sure. The new logo is also quite nice, just on a different wavelength. At first, all you see is a slightly odd “450”, which makes for an intriguing mark on its own. Then it goes all FedEx-arrow by revealing that it’s a nose, eye, smile, and chin that you can add hair to. The static images above don’t quite do it justice as those are crudely generated by an online script but the more stylized and considered animation directly above shows the real potential of the logo. In contrast to the 400th anniversary logo this is far too playful but in the context of 2015 branding and the desire for social engagement this is quite successful. The secondary “Rio 450” descriptor could be better; it’s not different or similar enough to the “450”, it could have been pushed more to one extreme or the other.
In application, it’s all prototypes for now and there isn’t much to be excited about — particularly not by the supporting “hand-drawn” typeface chosen. But the 450 mark has enough strength on its own to carry the spare layouts and bold blocks of color. Overall, it’s a charming mark that needs to find a more enduring visual ecosystem for the next 50 years — so at least it has time to find its groove.
Mostra e seminário "Tipos Latinos 2014"
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Mostra "bauhaus.foto.filme" em Ipanema
quarta-feira, maio 28, 2014
Morreu Massimo Vignelli, para quem o design era “diminuir a quantidadede vulgaridade no mundo”
Os obituários de Massimo Vignelli descrevem-no assim, como essa figura tutelar do design gráfico que marcou uma paisagem e ajudou a criá-la – especialmente em Nova Iorque. Mas ele, a quem muitos dos seus pares e jovens fãs escreveram eescrevem ainda nas últimas semanasagradecendo-lhe pela inspiração, considerava-se um “arquitecto da informação”. Mestre da clareza e simplificação, o seu trabalho ou nos entra olhos dentro ou já entrou, pessoalmente, nas ruas da cidade cuja sinaléctica do metro desenhou ou nos filmes e imagens que retratam a cinematográfica cidade em todos os seus ângulos.
Massimo Vignelli desenhou capas de livros, sacos de compras dos grandes armazéns americanos Bloomingdale’s (o famoso brown bage o lettering ainda hoje usado no logótipo da marca), Saks e Barneys, brochuras ainda em uso para o Serviço de Parques Nacionais dos EUA e inúmeros trabalhos para dezenas de marcas. Das companhias aéreas (criou a identidade gráfica da American Airlines, usada durante 45 anos) à computação (IBM), passando pelas italianas Pirelli, Olivetti, Perugina, pela cadeira empilhávelHandkerchief para a Knoll e até a sinaléctica do Museu Guggenheim de Bilbau, além da redefinição, em 1995, da identidade empresarial da Benetton, que alinhou num rectângulo verde que depois se colocaria nas famosas campanhas de grande impacto social da marca italiana.
Admirador de Le Corbusier e Mies van der Rohe e arquitecto de formação, o designer era conhecido pela sua visão modernista – Michael Bierut, designer gráfico e sócio da maior consultora de design do mundo, a Pentagram, considera que “Massimo, provavelmente mais do que qualquer outra pessoa, tem o crédito de introduzir um ponto de vista modernista europeu ao design gráfico americano”, disse aoThe New York Times.
Com o seu colega holandês Bob Noorda, criou a sinalética do metropolitano de Washington (paralelepípedos que se tornaram a imagem do sistema de metro da capital norte-americana) e de Nova Iorque, cidade a que chegou em meados da década de 1960 e da qual desenhou, em 1972, um polémico mapa do metro que diluía a cidade sobre o solo nas linhas coloridas que simbolizavam os percursos dos comboios subterrâneos. É talvez o seu trabalho mais discutido e, simultaneamente, criticado, e o que surge no topo do seu currículo mediático.
Eliminada a familiaridade que a identificação de bairros, parques ou monumentos criava entre a vida que corria debaixo do chão e a que pulsava acima dele, gerou, por exemplo e como recorda o The New York Times, críticas dos turistas, confusos na medição das distâncias. Aquilo que agora conhecemos, um mapa em que a terra é bege, o parque verde e o rio azul, era em 1972 “um diagrama e não um mapa”, nas palavras do próprio Vignelli, em que a terra era branca, a água bege e os parques cinzentos. As linhas coloridas eram delineadas em ângulos de 45 ou 90 graus ao invés das curvas e contracurvas dos mapas mais convencionais (e actuais). Não era o primeiro a fazê-lo e o seu diagrama será inspirado pelomapa do metropolitano de Londres, criado por Henry Beck em 1933 e cuja versão actualizada ainda é usada na capital britânica.
Às críticas sobre a inteligibilidade de um dos suportes essenciais de sobrevivência na metrópole da costa Este dos Estados Unidos, Vignelli respondeu de forma solta aoThe New York Times em 2006: “O que é que isso interessa? Quer-se ir do ponto A para o ponto B, ponto final. A única coisa que interessa é o esparguete”, o nome dado às mais de 30 linhas que formam, num mapa, o complexo metropolitano de Nova Iorque.
A verdade é que o seu mapa foi substituído em 1979, não sem ser integrado na importante colecção de design do Museum of Modern Art (MoMA), e elogiado pela comunidade de design – o crítico de arquitectura da revista New Yorker chamou-lhe “uma peça quase canónica de design gráfico abstracto”. Contudo, há três anos, Vignelli foi novamente convidado a trabalhar o seu diagrama do metro de Nova Iorque, desta feita para uma versão interactiva, que até hoje se encontra online para assinalar as frequentes mudanças de fim-de-semana do serviço. Quanto à duradoura sinalética, Vignelli e o seu sócio criaram ainda o Graphic Standards Manual, um objecto quase de culto que define as fontes tipográficas a usar na orientação dos passageiros, sem serifas (traços e curvas nas extremidades de alguns tipos de letra) para facilitar a visibilidade a partir de qualquer ângulo, a aplicação da fonte Standard (que depois evoluiria para Helvetica) e a localização da informação, por exemplo.
Não é só o MoMA que conta com o seu trabalho nas suas colecções. Também o Metropolitan ou o Cooper-Hewit National Design Museum, bem como vários museus europeus, guardam no seu acervo peças de Vignelli. Michael Bierut, também fundador do site Design Observer,escreveu terça-feira sobre o seu amigo e mentor: "Aprendi a desenhar na escola de design. Mas aprendi a ser designer com Massimo Vignelli”. Lança-se depois numa imagem para explicar a importância do trabalho do seu mestre.
Bierut descreve um momento em que a cidade, o mundo, parecia ser desenhado pelo seu patrão: “Para chegar ao escritório, andava no metro com sinalética Vignelli, partilhava o passeio com pessoas que levavam consigo sacos de compras do Bloomingdale’s desenhados por Vignelli, passava pela Igreja de St. Peter com o seu órgão desenhado por Vignelli a ver-se da janela”. E essa constatação ganhava nova realidade graças à força gravitacional de Massimo Vignelli, que atraía ao seuatelier os melhores designers do mundo e figuras como Jacqueline Kennedy Onassis.
“Aprendi a pensar o design gráfico como uma forma de criar uma experiência”, escreve ainda Bierut, algo “duradouro, até intemporal”, termo que o próprio Vignelli considerava "um jogo perigoso" nos últimos anos de vida, mas que faria parte da essência da Vignelli Associates – resumida agora, no momento da despedida do seu fundador com uma frase sua no siteda empresa: "Gosto que o design seja semanticamente correcto, sintaticamente consistente e pragmaticamente compreensível. Gosto que seja visualmente poderoso, intelectualmente elegante e, acima de tudo, intemporal".
Nascido em 1931 em Milão, considerou que a sua vocação era a arquitectura, disciplina que estudou, a par de arte, tendo depois trabalhado como designer em Murano. Primeiro em Itália, depois já nos Estados Unidos e casado com a sua companheira de sempre, a também designer Lella Elena Valle, fundou e trabalhou em empresas de design que se viriam a tornar importantes intervenientes no mercado. Teve dois filhos e três netos e criou com Lella Valle e com o Rochester Institute of Technology oVignelli Center for Design Studies. A doença que causou a sua morte não foi tornada pública, tendo escolhido passar os seus últimos dias em sua casa, em Manhattan.
Ao longo da sua carreira recebeu a medalha AIGA (com a sua mulher, em 1983), o primeiro prémio presidencial de design dos EUA, em 1985, ou o prémio carreira do Cooper Hewitt em 2005. Para ele, tal como é mencionado no livro How to Think Like a Great Graphic Designer, de Debbie Millman, citado pela FastCo Design, o design é “diminuir a quantidade de vulgaridade no mundo”.
terça-feira, abril 08, 2014
A HVNA e seus projetos integrados de comunicação

quarta-feira, fevereiro 05, 2014
Crowdsourcing
O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários, geralmente espalhados pela Internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias, assim como também para gerar fluxo de informação.
O crowdsourcing possui mão de obra barata, pessoas no dia a dia usam seus momentos ociosos para criar a colaboração.
É uma nova e crescente ferramenta para a inovação. Utilizado adequadamente, pode gerar ideias novas, reduzir o tempo de investigação e de desenvolvimento dos projetos, diminuir nos custos, para além de criar uma relação directa e até uma ligação sentimental com os usuários de uma rede colaborativa de ciência e inteligência. Dois bons exemplos de produtos obtidos através do sistema são os sistema operacional GNU/Linux e o navegador Firefox, que foram criados por um exército de voluntários ao redor do mundo.
Comporta a noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exatas do que peritos individuais. A ideia é que o todo seja capaz de se autocorrigir. Se um grande número de pessoas é capaz de corrigir os erros uns dos outros - quer estes sejam por ignorância ou preconceito – os resultados serão no global mais fiáveis do que a resposta de um indivíduo ou de um pequeno grupo. O maior exemplo desse conceito é a própria Wikipedia, que é praticamente tão precisa nas suas definições como uma enciclopédia tradicional e consideravelmente mais cómoda de usar.
Como referem Tapscott e Antony D. Williams, em Wikinomics, as novas "armas de colaboração em massa", que têm um custo reduzido (desde as ligações VOIP e software livre) permitem que muitos milhares de indivíduos e pequenos produtores criem em conjunto produtos, acedam a mercados e deliciem os seus clientes, o que no passado só as grandes empresas conseguiam. As pessoas agora partilham conhecimentos e recursos que lhes permitem criar uma vasta gama de bens e serviços que qualquer um pode usar e modificar.
quinta-feira, janeiro 23, 2014
Design thinking chega às salas de aula
Esta metodologia é a especialidade da IDEO – empresa de consultoria global de design, que ajuda organizações a desenvolver projetos por meio desta metodologia –, que resolveu expandir suas ideias para além do mundo business e está apostando no impacto do design thinking na escola. Para tanto, a empresa desenvolveu um material para ajudar professores e educadores a usar essa metodologia na sala de aula: o Design Thinking para Educadores (Design Thinking for Educators, em inglês), disponível por ora apenas em inglês, mas com previsão para ter uma versão brasileira ainda este ano.Design thinking chega às salas de aula
Para eles, por exemplo, design thinking pode ser definido como uma abordagem centrada no ser humano para inovação que integra as necessidades individuais, as possibilidades tecnológicas e os requisitos para o sucesso. E, claro, pode apoiar no desenvolvimento das chamadas competências para o século 21. Segundo a empresa, a ideia do projeto é desenvolver a capacidade de cada aluno de pensar criticamente e inovar, para ter conscientemente condições de tornar o mundo um lugar melhor, independentemente da carreira que escolherem.
“Estamos vendo educadores desenvolverem uma filosofia compartilhada de ensino e aprendizagem, usando o design thinking em diferentes níveis – para discutir uma reforma nacional do sistema de ensino ou para atender necessidades individuais da sala de aula. Também estamos vendo professores pensando conjuntamente com os alunos, seja sobre meios de reformular o currículo e seja como otimizar o espaço físico de suas salas de aula”, afirma Sandy Speicher, responsável pelos projetos educacionais da IDEO, no blog do projeto.
Na prática, a metodologia proposta é dividida em cinco etapas: descoberta, interpretação, ideação, experimentação e evolução. Em cada uma delas, a equipe oferece dicas de como organizar as ideias, formatar de listas, usar post-its, histórias inspiradoras, fotos, aplicativos para tablets, celular etc. São inúmeras soluções que não devem ser seguidas à risca. Os autores defendem que cada problema requer uma abordagem que deve ser construída coletivamente, sem uma fórmula pronta.
A primeira etapa é a da descoberta, onde a curiosidade sobre como enfrentar o desafio é aguçada e as questões são levantadas. Em seguida, é a interpretação, que transforma as ideias em percepções significativas. Histórias, experiências e bagagem individual são bastante valorizadas para que o todo represente as múltiplas perspectivas de soluções.
A terceira é a ideação, que significa gerar um monte de ideias. Muitas vezes pensamentos malucos se tornam visionários. Com preparação e cuidado, reuniões para pensar fora da caixa podem render centenas de novas ideias. A quarta é a da experimentação, são as ideias ganhando vida. É quando se experimenta algumas possíveis soluções para o desafio lançado. Ao construir protótipos, as ideias se tornam mais tangíveis e o aprendizado com a tentativa clareia o pensamento sobre como e o que pode ser feito para melhorar e refinar uma ideia.
Por último, a evolução, que é o desenvolvimento do conceito ao longo do tempo, que envolve o planejamento dos próximos passos, o compartilhamento da ideia com outras pessoas que podem se envolver e ajudar e a documentação do processo, para que a evolução seja percebida e que se faça seu acompanhamento.
O material completo, em inglês, pode ser baixado no site.
sexta-feira, outubro 18, 2013
Marcas, um mundo em movimento.
quinta-feira, outubro 17, 2013
DC Comics comemora os 75 anos do Superman
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