sexta-feira, junho 14, 2013

Primeiras impressões do iOS 7 para um usuário e desenvolvedor

Será que este é mesmo o caminho... Novas percepções sobre a funcionalidade e o design do IOS7...
As percepções que posso descrever percorrem dois pontos de vista:
Como usuário:
Foi grande o impacto do minimalismo da nova interface. Muito mais leve, o novo design surpreende pela simplicidade dos elementos gráficos. Mas a mudança não ficou restrita ao formato e cores. A navegação nos grupos de apps agora utiliza o conceito de profundidade ou navegação em níveis de contexto.
Neste aspecto ficou mais fácil identificar sua locomoção entre as aplicações, pois até o conceito parecido a um Alt-Tab com a lista das janelas abertas foi implementado.
Não tem mais o duplo clique no botão home e depois ficar pressionando algum ícone para iniciar o processo de derrubar aplicações. Agora, na lista de janelas apresentada, basta "jogar" a janela para fora da lista e a aplicação deixa de estar em execução.
A mudança na tipografia de fontes, configuração de tamanhos de fonte e as cores mais leves, dão a impressão de maior tranquilidade e leveza ao usuário.
O novo dashboard de funções, acessado a partir da tela bloqueada, traz mais facilidades ao usuário no conceito clique menos e faça mais. Por exemplo, agora a partir da tela bloqueada é possível, nesta versão beta, ligar e desligar: lanterna, Wi-Fi, Bluetooth, Não incomode, entre outros.
Como Desenvolvedor:
É pouco comum analisar o impacto do projeto de interfaces de usuário na economia de consumo de bateria e CPU. Com este novo conceito de interface, Jonathan Ive, talvez sem querer (duvido), tenha conseguido otimizar o consumo do processador e memória disponível simplesmente trabalhando conceitos gráficos. 
Mas como assim? Exibir imagens de alta definição (HD) com grande quantidade de pixels e cores, mesmo que em pequenos espaços de tela, o que acontecia com quase todos os ícones e demais elementos gráficos, demandam consumo de memória e performance de processamento gráfico.
Com este novo conceito de design flat, que não é uma novidade no mundo dos designers, utiliza-se menor quantidade de memória por ter muito menos informações gráficas a serem armazenadas e acessadas e, consequentemente processadas.
Essa simples e corajosa mudança trouxe muitos benefícios no tangente a tempo de resposta do sistema operacional. Os demais pontos de melhorias do sistema operacional serão descobertos com mais tempo de pesquisa nesta primeira versão beta.

terça-feira, junho 11, 2013

Será que Steve Jobs está se revirando no túmulo!

Design do iOS 7 é criticado por especialistas. Eu particularmente não gostei em nada destes novos Icones. Será que no dia-a-dia se mostrará prático, duvido...
Será que a Apple absorverá as críticas e colocará uma customização para deixar o Layout antigo, mesmo com as novas funcionalidades? Seria uma opção para que não gostar

Nesta segunda-feira, 11, a Apple apresentou a maior mudança feita em seu sistema operacional móvel, o iOS. No entanto, a versão 7 da plataforma, que foi completamente redesenhada pelo famoso design da companhia Jony Ive, não agradou alguns especialistas, segundo o Business Insider. O tipógrafo alemão Erik Spiekerman, ganhador de cinco prêmios internacionais de designer e atual professor na Universidade de arte de Breme (Alemanha), não gostou da nova fonte do iOS. "Helvetica é péssima para o iOS. Helvetica Light é ainda pior. Helvetica Light & tight é muito ruim", disse em seu perfil no Twitter. Phil Ryu, desenvolvedor que ajudou a projetar o app de 'to do' da Apple, disse ao Wall Street Journal que alguns aspectos do iOS 7 estão muito "desordenados e difíceis de ler com a tipografia tão fina". Ele também questionou o design do novo painel de controle, que poderá atrapalhar os usuários na hora de deslizar o recurso para cima. Outro representante da indústria, o blogger Joshua Topolsky, responsável pelos reviews do site The Verge, afirmou que o design do iOS 7 é confuso e destacou que "alguns ícones se assemelham a 'clip-art' e são mais infantis do que elegantes". Você concorda com as críticas?


sexta-feira, junho 07, 2013

Um raro olhar sobre as Diretrizes de Design Gráfico na Google

O Designer Senior da Google, Roger Oddone, nos deu um raro vislumbre das diretrizes de design gráfico no Google pela publicação de dois documentos perspicazes online. Nomeados de " Ativos Diretrizes Visual", documenta uma série de princípios relacionados com o design que são praticadados no gigante da internet e se concentra em iconografia. O objetivo de publicar essas diretrizes é a de revelar o "sólido, mas flexível, conjunto de diretrizes que têm ajudado os designers e fornecedores do Google a produzir um trabalho de alta qualidade que ajuda a fortalecer a identidade do Google". A partir das idéias gerais sobre como os ícones deve ser semelhante aos detalhes menores, e como produzir uma identidade visual atraente e consistente, esses documentos devem ser de interesse para a maioria das pessoas que trabalham na indústria de design gráfico. Obter um "sneak peek" do que você pode esperar  e encontrar neles vem os seguir. Vejam o link [via rápida Co. Projeto ]




 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, junho 04, 2013

Sua imagem na internet não é responsabilidade do estagiário

Em uma década a internet revolucionou a maneira como temos acesso à informação e como podemos desfrutá-la. Em especial, as mídias sociais nos bombardeiam diariamente com milhares de notícias, imagens, vídeos, sons: por hora, são publicados 200 milhões de tuítes; a cada minuto, são disponibilizadas 48 horas de vídeo no YouTube e, cada segundo, um novo blog é criado.

O público brasileiro é sem dúvida, apaixonado pelo mundo das redes sociais. Segundo pesquisa publicada na revista Galileu, mais de 90% dos usuários está nas redes sociais, sendo o Facebook o mais acessado, com 94% da preferência, seguido do Orkut com 75% e do Twitter com 73%.

Hoje, as empresas já entenderam esse novo cenário e estão tentando – de qualquer maneira – se fazerem presentes nessas mídias e estabelecer, assim, um contato mais direto com o cliente. Mas, ao colocar uma marca na internet, independente da rede social escolhida, é preciso preparo, pesquisa e estratégia. Fatores muitas vezes deixados de lado.

Na ânsia de criarem seus perfis ou páginas, muitas empresas optam pelo rápido e barato e confiam sua imagem online na mão de estagiários ou outros profissionais que ainda estão em formação e não reúnem a experiência necessária para o relacionamento com o cliente ou a manutenção adequada da marca. O resultado são coletâneas de posts errados, mal escritos, falta de informações, contatos não respondidos ou respondidos de forma inadequada.

Não se pode esquecer que no ambiente virtual a comunicação deixa de ser boca a boca e passa a ser da boca para o mundo. Um erro pode se espalhar rapidamente, antes mesmo que seja identificado e corrigido. É a imagem e a reputação da sua empresa que estão em jogo e, por isso, esse importante canal de comunicação não pode ser tratado com menor importância. Sem apoio, estrutura adequada e orientação, os resultados podem ser desastrosos, desde erros gramaticais ou de imagem, até mesmo, em casos mais graves, ofensa aos clientes.

Ao entrar nas mídias sociais, a empresa está abrindo um novo canal de comunicação, que assim como os outros, precisa de conteúdos de relevância para um determinado público alvo; que apresente a empresa, seus produtos, serviços, missão, entre outros, e que tenha uma linha de comunicação condizente sua imagem, criando empatia ao público. A interatividade é a palavra-chave desta ferramenta e por isso deve-se ter extremo cuidado ao falar na internet.

Por ser uma área recente e em constante mudança, não existem fórmulas de sucesso totalmente confiáveis e até mesmo as maiores empresas costumam falhar na comunicação com seu público. Mas uma coisa é certa: a pressa é mesmo inimiga da perfeição. É imprescindível estar presente nas redes sociais? Sim! Mas se não houver uma estrutura adequada para manter essa presença, é melhor esperar até que a estratégia de atuação em mídias sociais seja uma das prioridades no planejamento de comunicação de sua empresa.

Por Camila Galvão, social media da Redsuns.

sábado, maio 25, 2013

The Games of the Thrones como modernas corporações.


The houses from the popular series Game of Thrones reimagined as modern day corporations: Air Targaryen, Lannister Investment Group, Baratheon Security, Stark Outfitters, Greyjoy Cruises and Arryn Communications. A project byshutterstock and designer Mondayne.





















quarta-feira, maio 08, 2013

O que é Namming

Afinal o que é Naming? Muitos designers querem saber. O que é este projeto que esta surgindo no Brasil?

Afinal, nem todo mundo é capaz de trabalhar um namming para um possível cliente corretamente. Isso requer experiência em projeto e anos de trajetória em design.

Com isso ficamos com muita dificuldade de criar um nome robusto e que representa fielmente a uma determinada empresa ou até um produto, a partir disto as empresas vêem recorrendo a agências para criarem nomes e dai então foi criado o termo Naming.

Atualmente aqui no Brasil esse termo é novo e pretendo mostrar basicamente como funciona o processo de Naming, ou seja, a criação do nome de uma empresa. Isso deve ser um processo ao qual interpretamos o desejo, a missão, a visão e os objetivos de uma futura empresa e daí imaginamos ela como um todo, levando-se em conta inclusive em um futuro bem próximo, com um nome atraente, seu processo de comunicacão em mídias e sua gestão de marketing englobando-os as campanhas futuras.

Abaixo listei 7 passos básicos para você criar um o nome de uma empresa seguindo a nova metodologia de Naming.


1. Recolha informações da empresa
Crie um questionário padrão para o seu cliente perguntando tudo sobre a empresa como história, valores, produto que vende, objetivos, tempo de empresa, principais clientes, localização, publico alvo e etc.
2. Brainstorming
Liste todos os nomes de todas as concorrentes de seu cliente para o fim de não criarmos um nome repetido além destes nomes coloque na mesa também todos os nomes que você criou e faça um filtro dos nomes que mais tem relacionamento com o as informações que você recolheu no questionário.
3. Avaliação oral
Faça uma pequena avaliação oral dos nomes que você criou ex.: Veja se a sua pronúncia é fácil de acordo com o publico alvo, se dependendo da região as pessoas com seus sotaques diferentes e outros tipos de dialetos a assimilam. Verifique esta parte com cuidado para que não tenha no futuro, problemas de pronunciação.
4. Disponibilidade
Verifique em vários mecanismos de busca se este nome não existe, ex.: Google, Bing, Registro.br. e se há registro no INPI através de consulta no site (http://www.inpi.gov.br/portal/) .

5. Filtragem
Depois da avaliação das palavras faça mais um filtro retirando as que já existiram ou acharam com muita semelhança.
6. Ultima avaliação
Com todas as palavras que foram escolhidas, faça uma ultima avaliação, (se alguma nova aparecer, refaça as pesquisas) e consulte novamente o INPI. 

7. Decisão do nome.
Por ultimo reúna os nomes que ficaram disponíveis se reúna com seu cliente e vá para a última parte do processo de Naming que é a decisão do nome da empresa.

Recomendo que você tenha um brainstorming bem elaborado, e várias consultas na internet e no INPI para chegar com um bom resultado e uma boa avaliação junto ao cliente para uma decisão definitiva. 

O cliente precisa saber que um nome bem escolhido e uma boa marca, não são suficientes para o sucesso de uma empresa. 

Os valores éticos de uma empresa e muito trabalho de divulgação, faz que no futuro a sua marca seja respeitada e se torne um diferencial em seu segmento. Não adianta um namming bem elaborado se os preceitos éticos desta empresa não estiverem nos objetivos desta para com a sociedade e seus clientes. Somente com valores éticos apropriados e uma participacão social eficiente podem torna-la uma marca forte.

Porque você deve investir em mídias sociais

A internet é um ambiente altamente democrático para iniciar qualquer negócio. Não importa sua especialidade, tamanho ou investimento, você também pode fazer parte dela! Grandes negócios nasceram na internet, mas para quem pretende iniciar com uma pequena ou média empresa as chances de disputar o seu espaço são igualmente grandes. Veja porque você deve investir em mídias sociais para a divulgação de sua empresa:

-Investimento
Para ingressar na internet, você não precisa de um grande capital. Ao contrário da mídia impressa ou televisiva, na internet o espaço é seu e para potencializar o alcance da divulgação basta patrocinar algumas publicações ou dar lances em palavras-chaves, o que lhe custará poucos reais.

-Restrição
Acertar o alvo é mais fácil quando se pode limitar o campo de ataque, certo? Na rede, é possível restringir a divulgação do seu negócio para determinada região ou cidade, ou mesmo publicar no horário conveniente para seu produto ou serviço. Assim fica mais fácil acertar, já que o anúncio está sendo feito para quem se interessa.

-Simplicidade
Acessar as plataformas digitais não é um serviço complicado. As equipes internas podem aprender através de e-learnings gratuitos, por exemplo, como iniciar campanhas ou noções básicas de otimização (SEO). De qualquer forma, se for necessária ajuda, muitas agências digitais oferecem pacotes para atender negócios iniciantes.

-ROI
A quantidade de cliques que consumiu seu orçamento ou a taxa de conversão emvendas é informada automaticamente por plataformas de publicidade, assim como qual é o retorno sobre o investimento (ROI). Sem complicações, não é mesmo?

Estes são alguns dos motivos para incentivá-lo a apostar no marketing digital, principalmente se você está entre as pequenas e médias empresas. Não esqueça, esta é uma maneira de potencializar a força de sua loja virtual. Boa sorte!

Por Felipe Martins. Publicado originalmente no Administradores.